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terça-feira, 29 de outubro de 2013

Porque o disco voador não pousa?

Muitas pessoas não acreditam em disco voador, mesmo sabendo que é um absurdo que só exista vida inteligente em nosso planeta enquanto existem centenas de milhares de outros planetas semelhantes no universo infinito. Mas, também existem muitas outras pessoas para as quais a questão da vida extraterrestre é lógico e um fato incontestável.



Trabalhos de pessoas sérias sobre o assunto da visita de seres de outros planetas à nossa Terra já foram divulgados. Erich Von Daniken e seu “Eram os Deuses Astronautas?” inaugurou os estudos ufológicos baseados na antropologia, egiptologia, sumeriologia e outros ramos científicos. São apresentados argumentos incontestáveis da presença alienígena em nosso planeta em tempos remotos. Provas e argumentos que se de um lado são muito coerentes, por outro lado não inexplicáveis pela ciência atual de nosso planeta.

Existe uma outra obra intitulada “O Mistério de Sírius”, da Editora Madras. Este livro tem por foco o conhecimento astronômico de uma “primitiva” tribo africana. Esta tribo tem como conhecimento sagrado e secreto informações astronômicas que nossos cientistas foram poder constatar somente agora. Eles já afirmaram a existência da estrela Sírius “B”, uma estrela anã branca, muito antes dos astrônomos a descobrirem. Eles também sabiam que se tratava de uma estrela de pouca luz, mas de um peso muito grande, maior que o da própria Sírius. O autor nos mostra que estes conhecimentos astronômicos estavam presentes nas antigas tradições sumérias e egípcias, na forma de mitologia. Conforme estas informações, regularmente somos visitados, ao longo dos milênios, pelos alienígenas que vêm verificar nossa evolução e desenvolvimento.

Mas, se os extraterrestres então mantiveram contato com nossos ancestrais, se se mostraram em “carne e osso”, de forma evidente e tangível para toda a população ver, porque agora eles não fazem o mesmo? Porque não pousam seus discos voadores e saem para se confraternizarem com os humanos da Terra? Alguns imaginam que é por receio da histeria que pode acontecer por parte da população, outros dizem que os políticos mundiais não deixam.

Todas estas explicações são coerentes e procedem, mas o fato mais importante talvez seja a realidade de que antes éramos como bebês que se não tivéssemos o apoio, a orientação e acompanhamento de perto por parte deles talvez não chegássemos aonde chegamos. Mas, agora, nossa humanidade já não é mais uma civilização bebê. Nós já ensaiamos inclusive a colonização de Marte! Já não necessitamos do apoio, tal qual uma criança que precisa caminhar por suas próprias pernas para que desenvolva sua autoconfiança, escolha seus próprios caminhos e assuma suas responsabilidades. Ou seja, eles nos tratam como pais, afinal fomos colonizados por eles, nossa genética tem muito da região de Sírus e de Órion. De certa forma somos seus filhos.

Então, ao invés deles se manifestarem, deles virem até nós talvez esteja na hora de mostrarmos que já crescemos e que não somos mais dependentes. Pelo contrário, talvez seja o momento de mostrarmos que temos mérito, conhecimento, consciência e responsabilidade para assumirmos nosso lugar na Confederação Galáctica.
Ao invés deles virem até nós, está na hora de nós fazermos o contato com eles. Cabe a nós a iniciativa, o mérito e o esforço para chegar a um nível de consciência, atitudes e capacidade para tratar com eles “de igual para igual”.

É certo que nem todos de nós está capacitado a isso, muitos vivem ainda com a mentalidade da Idade Média ou mesmo na Idade da Pedra. Mas, muitos de nós devemos abandonar a expectativa e o desejo de receber uma visita alienígena e ao invés disso provocar um contato com eles e ser um representante da nova humanidade que está surgindo. Mas, para pertencer a esta nova humanidade devemos realmente viver com sentimentos nobres e elevados, fraternos, de cidadania, de espiritualidade, justiça e compreensão. Palavras vazias de nada adiantam, jogos de palavras bonitas enganam somente a própria pessoa, mas sua vibração a denuncia, seus atos testemunham seu caminho e práticas contrárias ao discurso.

E, então, vamos dar as mãos e juntos nos reunir com nossos irmãos estelares? Vamos juntos participar da nova humanidade que tem os pés na Terra e a cabeça no céu?


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terça-feira, 15 de outubro de 2013

Magia negra na Igreja

As pessoas acreditam que magia negra é somente algo religioso que se faz com o sacrifício de alguma vida e que utilize elementos tidos como maléficos. Elas não podem estar mais enganadas.



Os leigos acreditam que magia é a arte de se utilizar forças espirituais para contrariar as Leis Cósmicas. Na verdade é o contrário, magia é a arte de se conhecer as Leis Cósmicas Universais e se alinhar com elas, aproveitá-las conscientemente e construtivamente. Isso se consegue estudando ocultismo, hermetismo ou esoterismo, tenha a denominação que tiver. Tradicionalmente o uso da magia é sempre voltada para o aspecto evolutivo, consciente e de terceiros. Usar os conhecimentos de magia, ou das Leis Universais, para atender interesses próprios já é um bom indício de se caminhar para o chamado uso negro dela. Este negror diz respeito à falta de consciência, de luz e conseqüentemente de amor, justiça e fraternidade.

É certo que existem pessoas que fazem uso de “feitiços” que são pequenas “fórmulas” parciais para se obter alguns resultados pontuais, mas que devem ser aplicadas dentro de um contexto e responsabilidade espiritual. Fazer uso de recursos espirituais com interesses pessoais, geralmente egoístas e inconscientes, pode comprometer a evolução da pessoa, sua iluminação e sua paz ou harmonia. Quando se pratica alguma maldade contra outra pessoa se assimila seu carma ou carga espiritual negativa. Assim, se capta um peso espiritual que não era seu originalmente, aliviando o outro que se pretendia prejudicar, facilitando sua evolução, paz, harmonia e felicidade. Ou seja, a se prejudica no físico ou socialmente, mas a beneficia muito no plano espiritual.

A magia não exige nada externo ao magister, tudo que lhe é externo serve apenas de “muletas” ou referências para concentrar sua intenção, vontade, sentimento, conhecimento e objetivo. A magia não depende de fatores externos, materiais, mas é essencialmente produto do conhecimento, da vontade e do sentimento concentrado de uma pessoa.

Desta forma, uma pessoa que esteja contrariada com outra e faz uma oração em um uma igreja, acende uma vela branca e concentra seu pedido em algum mal àquela outra estará fatalmente realizando um ato de magia negra dentro daquela igreja, fazendo uso dos conhecimentos e utensílios daquela religião.



O que importa não são as coisas físicas, mas sim as de natureza espiritual, psíquica. Estas sim dão o tom, dão a natureza do ato espiritual que se realiza. Assim, da próxima vez que você for a um templo fazer uma oração analise como está seu coração. Ele está cheio de amor, fraternidade, compreensão, tolerância e mansidão, como ensinou Jesus? Se não for assim, não entre lá, não faça oração alguma. Prepare-se antes, não uso o nome de Jesus e de Deus para realizar maldades, enviar energias negativas a outras pessoas. Purifique-se, lave sua alma antes entregando sua vida nas mãos de Deus a sua vida, as suas vontades, os seus sentimentos.



Devemos nos lembrar que Deus, assim como um bom pai, não ensina apenas com coisas boas. Muitas vezes precisamos de um puxão de orelhas para corrigir o rumo e Ele se utiliza de outras pessoas para nos dar este puxão de orelhas. Quando algo nos acontece precisamos ver este fato dentro de um contexto maior, acima de nossos interesses pessoais momentâneos e inconscientes. Devemos parar de nos digladiar e perceber que somos todos irmãos inconscientes, que cada um atua na vida do outro conforme as Ordens de Deus, cujo objetivo não é prejudicar ninguém, mas sim promover condições para que todos evoluam.

Quando nos dirigirmos para um templo, espiritualmente devemos nos despir dos interesses pessoais, das mágoas e angústias; devemos nos vestir com a veste iluminada da humildade, da entrega a Deus, da intenção de harmonia e paz; devemos empunhar a espada da coragem de lutar pela aplicação e respeito às Leis Cósmicas Universais, a espada da franqueza, da lealdade, da transparência; e nos apoiarmos no cajado da conduta correta, honesta, coerente, dentro das Leis Cósmicas Universais, uma conduta marcada pelo amor, pela fraternidade, pela tolerância, pela paciência e pela compreensão. Se um dia cairmos, será este cajado que nos auxiliará a nos levantarmos com o coração puro, leve e livre.




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sexta-feira, 11 de outubro de 2013

O sexo nosso de cada dia

O tema sexo é considerado um tabu. Apesar disso é uma necessidade fisiológica, assim como se alimentar e respirar. Todas as pessoas precisam regularmente realizar atividades sexuais, caso contrário terá sérias conseqüências prejudiciais para sua saúde, tanto físicas quanto psíquicas.



Apesar de ser uma realidade natural de todo ser vivo o sexo é considerado um tabu. Tabu é algo instituído religiosamente e sua violação supostamente provocaria um castigo divino. Para Freud se trata de um sentimento coletivo sobre algo e que funciona como uma ponte entre uma questão biológica e outra questão cultural.

Talvez o maior tabu seja mesmo o sexo, visto que é por ele que se inicia e se perpetua a vida, assunto de natureza espiritual. Mas, existe uma grande diferença entre espiritualidade e religião. Religião é um conjunto de sistemas culturais e de crenças. Ou seja, a religião é de natureza mental, teórica, temporal, filha dos costumes e interpretações. Mas, a espiritualidade é de natureza mais abrangente e envolve vivências transcendentais ou metafísicas. Enquanto a religião tem como universo uma parte da vida humana, a espiritualidade afeta esta mesma vida humana como um todo, abrangendo não só idéias e pensamentos, mas também emoções, sentimentos, sensações e muito mais.

Apesar do pudor e da vergonha em se falar sobre sexo, no segredo da intimidade todas as pessoas percebem a grande importância do sexo em suas vidas, seja em uma visão negativa ou positiva. Alguns esoteristas afirmam que a vida gira em torno do sexo, nascemos e morremos pelo sexo, ganhamos dinheiro para ostentar belas posses e conquistar o sexo oposto. O assunto “sexo” sempre chama a atenção, tanto assim é que na prática do Marketing facilmente identifica-se o uso do sexo como “gancho” para chamar e prender a atenção das pessoas.



Mas, apesar de ser tão importante, natural e necessária a sexualidade geralmente é abordada com uma grande dose de preconceito, medo, moralismo e insegurança.

A sexualidade não se restringe ao ato sexual ou mesmo aos genitais, mas diz respeito á uma bioenergia que impulsiona as pessoas, lhes dá ou tira a confiança, o entusiasmo e a alegria de viver. É por isso que por milênios a humanidade teve uma divindade que simbolizava exatamente o prazer de se desfrutar a beleza e a harmonia de Deus presente na natureza a qual todos temos direito natural. Esta divindade era simbolizada como uma deusa em diversas tradições e culturas. Era a ela que as pessoas recorriam para conquistar e manter a alegria de viver em todos os sentidos.

Hoje os jovens vão às “baladas” com evidentes objetivos sensuais. Os homens não querem perder sua virilidade e as mulheres se interessam por alimentos afrodisíacos. O sexo é a alegria da vida, é natural e gratuito.



Mas, por algum tropeço interpretativo da humanidade o sexo se transformou em pecado, a mulher em símbolo deste pecado e o prazer ficou algo proibido ou somente concebível de forma secreta, oculta, escondida.

Isso nos tornou pessoas insatisfeitas, inseguras, carentes de alegria de viver, muitas vezes sem razão mesmo para viver. Afinal, viver para trabalhar e pagar contas é um verdadeiro martírio. Ou será que alguém discorda?

Sendo a fonte da vida, o sexo é fonte de juventude ou rejuvenescimento, o que tanto homens quanto mulheres buscam hoje em dia, semelhantemente ao que procuravam os alquimistas da Idade Média.

O sexo é algo que pulsa no interior de todo ser vivo, sendo assim é uma verdade pela qual se gera a vida, portanto é talvez o que há de mais sagrado em nosso corpo. Negar o sexo ou vê-lo como algo impuro é negar ou ver como impura a própria divindade tanto pessoal quanto o próprio Deus.

Está na hora de sermos mais francos, verdadeiros conosco mesmos e assumirmos nossa sexualidade sem medos, vergonhas ou receios. Precisamos caminhar livres de dogmas, preconceitos, tabus e doutrinas que cerceiam nossa realização pessoal e o natural fluir de nossas energias. Precisamos ousar reconquistar a alegria de viver, nossa liberdade e a paz interior. Precisamos retirar esta mortalha pesada e suja de cima da deusa do amor, da alegria, da harmonia e da vida material. Um dia algumas pessoas colocaram esta mortalha cobrindo e limitando nossa alegria de viver e muitos a perpetuam até hoje. Devemos lutar pelo nosso direito natural de sermos felizes e realizados, joviais e saudáveis. Precisamos resgatar a dignidade da condição da espiritualidade material, do Feminino Divino.


quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Para onde vai a humanidade?

Na semana passada tivemos a palestra sobre “A Queda dos Anjos” na qual abordamos a questão da possível verdade por trás do mito da perda do Paraíso. Algumas das conclusões que chegamos é que se houve um erro não foi cometido por um humano, a humanidade participa da divindade porque tem nela a sua origem e que nossa evolução depende não só de conhecimentos mentais, mas principalmente de princípios e práticas espirituais.

A evolução deve caminhar sobre “dois pés” ou fundamentos: o sentimento e a ideia, a emoção e o conceito, a prática e a teoria, o amor e a justiça, a solidariedade e o compromisso. De nada adianta um conhecimento técnico muito elevado se não se tem fé, amor no coração, ternura, senso de cidadania, tolerância, compreensão. De nada adiante ter fé, amor, ternura, cidadania, etc. sem conhecimento ou discernimento lúcido.

É com as duas “pernas” do sentimento e do pensamento que caminhamos conscientes rumo a um futuro iluminado. Mas, isso é uma opção, não é algo certo e seguro que aconteça. Depende de nossa decisão e atitude, em cada detalhe de nossas vidas.

Lamentavelmente muitas pessoas falam e exibem orgulhosos frases de efeito de natureza espiritual, mas na prática parecem que desconhecem completamente aquilo que ostentam tão veementemente. É raro encontrar quem admita ser egoísta, preconceituoso, injusto, cruel, frio, e desonesto. Ao mesmo tempo é muito fácil encontrar este tipo de comportamento ou pessoa hoje em dia.

É uma grande incoerência. Estatisticamente existe uma grande maioria de pessoas piedosas e fiéis a Deus, mas temos a mesma proporção de crápulas manipuladores que se fingem de ovelhas. Este é o grande e talvez maior “pecado” que se pode cometer: falsear a verdade que levamos em nosso interior. Ir contra a verdade é ir contra a vida e ir contra a mensagem de Cristo!

É muito fácil perdoar e ter paciência com quem gostamos ou com quem nos agrada de alguma forma, mas a verdadeira prova de paciência é com quem nos magoa, prejudica, incomoda. Se não temos compreensão e paciência com todos, indistintamente, então não temos paciência e compreensão mesmo. Não adianta tentar nos enganarmos. Porque este “engano” não tem sucesso sobre o outro, mas sim boicota a nossa própria evolução.

Quantas pessoas não vão semanalmente na missa, e levam no peito uma medalha religiosa, tendo na parece uma folhinha ou imagem de Jesus ou Maria. Mas, quantas destas mesmas pessoas não podem ser facilmente pegas falando mal de outra pessoa, incitando outras a também pensar ou até mesmo fazer mal a um terceiro? Quantas destas arquitetam verdadeiras armadilhas para prejudicar outras pessoas. Isso é conduta de alguém religioso, de alguém com princípios espirituais reais?

Quantas mortes, traições e guerras foram tramadas sob signos religiosos?

Hoje a solidariedade, a filantropia, o altruísmo, a cidadania, a cooperação, a paciência, a tolerância, o verdadeiro amor, a fraternidade e a compreensão estão em falta no mercado. Ao passo que sobram exemplos de egoísmo, agressividade, intriga, inveja, mentira, violência e injustiça.

Nosso futuro está em aberto, tanto individual quanto coletivo. A humanidade é feita por cada um de nós que influencia os demais com seus atos e palavras. A que grupo vamos nos unir? Ao grupo que constrói uma humanidade futura evoluída ou ao grupo do “quanto pior melhor”?
Para onde vai a humanidade? Para onde vai você?


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