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quinta-feira, 29 de setembro de 2011

As Doze Leis Cósmicas da Criação


Esotericamente o número doze é conhecido como o número da Plenitude, no qual o Todo está Completo. Este número resulta da expressão espiritual (Trindade) na matéria (Quaternário) o que resulta na realidade Manifesta; é a exaltação da matéria pelo espírito[1]. Lembremos que a realidade é complexa não porque ela é complicada, mas sim porque contém em si o componente subjetivo e também o componente objetivo. Este é um conceito relacionado com a dualidade, que nos conduz ao três.


Tudo que esteja relacionado com a Manifestação do Espírito na Matéria está sob a regência do número doze. É por isso que este é um número presente em diversos textos religiosos, tais como a Bíblia. Este número era tão importante para os discípulos de Jesus que quando Judas faleceu ele foi substituído por Matias (Atos dos Apóstolos, 1, 15, 26). A missão dos apóstolos era trazer o mundo espiritual (do Três) para a vida material (do Quatro). Dos doze filhos de Jacó erguem-se as doze tribos de Israel. Em sânscrito o Sol tem doze nomes.
O número doze diz respeito às Leis que emanam do mundo espiritual e que são destinadas a reger a conduta dos seres humanos. As doze leis são as verdadeiras colunas que erguem e sustentam o homem como verdadeiro Filho de Deus, ou da Luz.
O tempo é dividido em doze horas e doze meses. O Sol tem por pano de fundo em sua caminhada pelos doze meses, as doze constelações zodiacais. Ora, o Sol em si mesmo é nossa fonte de luz e como tal é irmão das demais estrelas celestes que por ele enviam até nós suas vibrações e luzes particulares. O Sol como Luz é a porta de entrada para nossos sistema das demais luzes siderais. Esta é a base da abordagem iniciática e espiritual da Astrologia, na verdade é a origem desta ciência que une a fé com a ciência, pois trata do espiritual na matéria. Vale lembrar que a Astrologia é a ciência mais antiga do mundo e que vive até nossos dias. Surgiu na Mesopotâmia e irradiou-se por todo o mundo.


Na Cabala o número doze está associado à evolução e ao desenvolvimento. Uma rápida busca na Internet[2] sobre este número resultará na informação de sua presença em inúmeras culturas através dos tempos, desde os chineses até os judeus, passando pelos romanos e Platão. Até mesmo os evangélicos mais contrários ao esoterismo se rendem à presença do número doze no significativo e simbólico livro da Bíblia[3].
Na Astrologia temos os Três Gunas ou formas de atuação divina que são:
1 – Precipitativa; 2- de Manutenção e, 3 – de Transformação (ou de resultado). Estas são as formas de ação dos Quatro Elementos da Criação:
1 – Terra; 2 – Água; 3 – Ar e 4 – Fogo.
Cada um destes elementos (terra, água, ar e fogo), então, atua de três formas diferentes (de forma precipitada, de manutenção e de transformação ou transcendência). O resultado são os doze signos zodiacais, cada um diferente do outro, apesar de conterem ou a forma de atuação ou sua natureza material semelhante a outros.
O setenário sagrado também está relacionado com os signos zodiacais porque também resulta da união entre a Trindade e o Quaternário, entre o Espírito e a Matéria. É por isso que os Sete Planetas esotéricos guardam grande sintonia vibracional com os signos resultando em regências dos mesmos.
Percebe-se que este estudo que ora realizamos apesar de tratar de assuntos relacionados com a espiritualidade não caminha pelo universo místico, pois é lógico e é possível construir um raciocínio lúcido, coerente e seguro. Desta forma, as reflexões espirituais ganham contornos mais plausíveis e explicáveis, ou entendíveis, a meu ver. É um caminho em que a pessoa pode ter seu próprio raciocínio e criar seu próprio julgamento, pois dispõe de informações para tal. Tudo depende de sua vontade, estudo e empenho. Àquela frase “quem tem olhos para ver e ouvidos para ouvir” eu ouso incluir “quem tiver cabeça para pensar e ousar fazê-lo” a meu ver se encaixa neste tido de reflexão ou estudo. Afinal, só se tem a ganhar com isso!
è Favor ilustrar o artigo com uma ou as duas imagens em anexo. Grato.
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