sexta-feira, 20 de setembro de 2013

O Inferno nosso de cada dia

A imagem do inferno está gravada no imaginário coletivo como um local de sofrimento, degeneração, baixa luminosidade, vapores terríveis, seres em decomposição, etc. Todos estão dispostos a “fazer de tudo” para não irem para lá, apesar de que Jesus convidou aos seus seguidores a pegarem suas cruzes e o seguirem, sendo que Ele antes de estar ao lado ao Pai passou pelo Inferno, ou pela chamada “Mansão dos Mortos”.

Mas o fato é que o inferno não um lugar físico e muito menos distante de onde nos encontramos. O inferno é a chamada “região inferior”, da baixa vibração e consciência. O inferno é um estado de espírito no qual existe pouca presença da espiritualidade, da luz, do amor e da compreensão.

Talvez o termo “vibração” possa soar estranho, mas quer dizer algo como um som que vai do mais grave (vibração mais baixa) até o mais agudo (vibração mais elevada). A vibração reflete o movimento ou freqüência interna de algo e quanto mais movimento ou freqüência maior a vida e, por conseguinte, maior a espiritualidade. Quanto mais espiritualidade mais sutil a matéria fica, ao passo que quanto menos espiritualidade mais densa ela fica. É importante ressaltar que até em uma pedra na qual supostamente não existe vibração ela está presente no movimento das moléculas e átomos, ou seja, a vida, a espiritualidade ou divindade existe sempre. Não existe uma ausência absoluta de vida ou de Deus, não existe fonte de frio, fonte de trevas, fonte de morte. Ou seja, não existe o tão difundido Diabo que se opõe a Deus. Se assim fosse existiriam dois Deus. O inferno é o distanciamento voluntário das pessoas para com Deus, para com a fonte de vida, amor, harmonia, saúde, paz, fraternidade, etc.. Se no suposto Céu existe uma Unidade Central que a tudo unifica e centraliza, que une e organiza, no inferno isso está distante e então a realidade é de falta de liderança, de desorganização e desunião.



Em nossa vida cotidiana costumamos oscilar nosso nível de vibração. Tem dia que estamos bem, nos sentindo bem, irradiando alegria, certezas, carinho, atenção, paciência, compreensão, amor. Mas, existem dias que nossa vibração cai, seja por algum estímulo externo ou por questões pessoais. Então podemos ficar depressivos, melancólicos, irados, desesperançados, doentes, egoístas, insensíveis, egocêntricos, etc. Nestes dias ou momentos estamos vivendo momentos de inferno, em vida. Nestes momentos de inferno, mesmo que estejamos dentro de um palácio tudo nos parecerá ruim, insatisfatório, doloroso, desafiante. Apesar de supostamente estarmos em um palácio é como se estivéssemos naqueles momentos no umbral, naquela região infernal tão conhecida.



Existem pessoas que parecem gostar de viver assim, em constante desarmonia, insatisfação, com medo, envolta em sofrimento, dor e depressão. Estas pessoas são aquelas que só se interessam por notícias ruins, de mortes, traições, doenças, humilhações, vexames, escândalos, etc. Isso é um fato tão relevante que existem programas de televisão específicos para elas.

Existe um antigo adágio que diz: “Diga-me com quem andas que direi quem tu és”. Devemos procurar a companhia de bons pensamentos e sentimentos, procurar manter nosso nível de consciência e harmonia, irradiando paz, compreensão, tolerância, amor, paciência e colaboração fraterna.

Oscilar e de vez em quando mergulhar de cabeça no inferno é algo natural, comum. O problema é viver constantemente neste estado de consciência e, pior, acabar levando outras pessoas junto. Precisamos estar atentos e identificar quando uma pessoa está em seu momento infernal e não nos deixarmos impregnar ou influenciar por ela. Ao contrário, precisamos conscientemente irradiar luz e amor a esta pessoa para que ela possa, se assim o quiser, aproveitar esta oportunidade e se recompor, recuperando sua própria luz, harmonia e amor.



Quando nos depararmos com alguém vivendo seu momento infernal, o ideal é que respeitemos esta pessoa e como agentes de luz e amor ofereçamos uma oportunidade para esta pessoa sair do estado em que se encontra.



quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Indígenas das Américas admitem sua origem não terrestre

Indígenas de todo o mundo têm tido pacífica e longeva relação com ETs, mas poucos são os líderes tribais que admitem isso. O silêncio, explicam, é em respeito aos seus “amigos cósmicos” 



A cidade de Wagner, em Dakota do Sul, Estados Unidos, é palco de um acontecimento de importância histórica. Por 15 anos seguidos a reserva Yankton do índios Sioux tem sediado um dos mais concorridos eventos na área ufológica dos EUA. Trata-se de um grande encontro entre os líderes de tribos indígenas norte-americanas e de todo o mundo, chamado Star Knowledge, a conferência sobre o conhecimento das estrelas. O evento é organizado por uma comitiva de índios chefiada pelo líder místico Standing Elk [Alce em Pé], da tribo Lakota. Standing Elk teve a idéia do encontro após uma visão em que lhe foi revelado que o conhecimento espiritual dos índios nativos dos EUA tinha grande relação com o que chama de “Nações das Estrelas”, seres extraterrestres. O chefe crê ainda que tal conhecimento deva ser compartilhado com outros povos da Terra e por isso convoca, a cada ano, indígenas de todo o planeta para trocarem informações e experiências. A conferência é sempre organizada em obediência às profecias dos sábios das tribos Lakota e Hopi, mas até hoje não recebeu nenhum enviado das tribos brasileiras. Nos últimos eventos estiveram presentes indígenas místicos e espirituais da facção denominada Plains [Habitantes das Planícies], que compreende as tribos dos Lakota, Oglala, Dakota, Black Foot e Nakota, assim como os representantes orientais das nações Iroquoi, Oneida, Seneca e Choctaw, e os líderes dos grupos que habitam a faixa meridional dos Estados Unidos, Hopi, Yaqui e Mayan. Dentre os chefes das tribos que compareceram anualmente ao encontro é importante destacar a presença do místico Maori, da Nova Zelândia, e da líder espiritual do povo Sammi, do Lapão. Também participam ativamente do evento pesquisadores, antropólogos e ufólogos norte-americanos e europeus. Entre eles está o ex-sargento da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) Robert O. Dean, o contatado e escritor Whitley Strieber, o psicólogo Richard Boylan, os professores universitários Leo Sprinkle e Courtney Brown, o contatado e estigmatizado Giorgio Bongiovanni, o investigador alemão Michael Hesemann, o ex-funcionário da CIA Derrel Sims, a contatada Marylin Carlson e o investigador Randolph Winters, entre vários outros curiosos e interessados na temática. O psiquiatra da Universidade de Harvard doutor John Mack, recentemente falecido, era figura constante nos eventos indígenas.

Estrela de seis pontos

O objetivo das conferências é divulgar de maneira mais clara e ampla as tradições e os conhecimentos indígenas dos nativos norte-americanos – os peles-vermelhas –, que até o início dessa série de eventos somente eram mencionadas dentro do próprio grupo. Todos os participantes deste acontecimento, ao longo dos 15 anos em que vem sendo realizado, têm plena consciência de que os desastrosos acontecimentos que ocorrem hoje em várias partes do mundo já haviam sido anunciados aos nativos através de antigas profecias de suas tribos. Se já era conhecimento deles as mudanças pelas quais a Terra irá passar, decidiu-se através destes eventos difundir as profecias indígenas para o restante da população planetária. De acordo com o que foi discutido no último evento, por exemplo, a origem de vários grupos nativos dos EUA é considerada pelos próprios como de procedência extraterrestre, pois suas culturas são fortemente influenciadas pelos ensinamentos transmitidos pelo que chamam de “Povos das Estrelas”, quando em visitas aos peles-vermelhas. A mais importante das profecias é seguramente a que se refere à iminente manifestação sobre a Terra das civilizações alienígenas, o que os indígenas acreditam que deverá acontecer muito brevemente. O idealizador do evento e guardião do chamado “altar da nação da estrela de seis pontos”, Standing Elk, revelou em sua apresentação que “os homens remediadores” – uma espécie de líderes místicos de cada tribo –, têm a capacidade de comunicar-se com entidades espirituais da Mãe-Terra, como a águia, o alce, o coiote e principalmente com seres provenientes das Nações das Estrelas. Este poder de transmissão constituiria, segundo ele, uma séria ameaça para as instituições religiosas, econômicas e governamentais do planeta, pois civilizações do Universo estariam entrando em contato com os peles-vermelhas através de métodos espirituais – o que é abominado pelo governo dos EUA. 

Segundo Standing, as Nações das Estrelas, como se sabe há milênios, não adotam qualquer sistema monetário em seus planetas, porque sua estrutura social é baseada em práticas mentais, espirituais e universais. Ele vê com apreensão o risco de colapso nos métodos financeiros mundiais, especialmente dentro dos Estados Unidos, e das instituições religiosas. Este é o motivo principal que induziu os donos do poder a considerar ilegal o credo das tribos Lakota e Dakota, banindo suas tradições culturais seculares. A censura valeu até o momento em que o ex-presidente Jimmy Carter promulgou, em agosto de 1978, uma lei que reconhecia a capacidade de os nativos terem suas próprias formas de religiosidade – conhecida como Ato para a Liberdade de Religião. Nos anos que precederam a promulgação da lei, o governo dos Estados Unidos punia os líderes espirituais com severidade, chegando a condená-los a mais de trinta anos de detenção caso fossem vistos ou se realizassem atos de prece às Nações das Estrelas durante as cerimônias tradicionais celebradas em sua língua original. “Para cristianizar os pagãos, os EUA cortavam as rações de comida necessárias à sobrevivência dos peles-vermelhas. Usavam este meio para constranger os nativos a aprender o modo do viver de um cristão”, explicou Standing. Com isso, impediam que se alastrasse sua cultura tradicional, que os levou a crer que eram descendentes de seres não-terrestres. De acordo com o líder da nação Lakota, as pessoas que se esforçavam para preservar seus ritos místicos e sua cultura eram privadas do fornecimento de comida por vários meses. “E quem realmente executava essas barbaridades, inclusive com crianças” – conforme declarou em cerimônia durante um dos últimos eventos da série – “eram chefes religiosos e não propriamente as autoridades do governo norte-americano”. Por estes motivos e pela tentativa do homem branco em explorar o conhecimento dos homens das estrelas apenas por interesses de caráter econômico, os líderes espirituais das tribos indígenas decidiram manter a mais total discrição em relação aos seus conhecimentos cósmicos, informando aos seus descendentes somente o que fosse necessário para a construção de seu espírito. Isso vem acontecendo gradativamente, há muitos anos.

Degradação ambiental

Hoje, segundo Standing, chegou-se a um nível de degradação ambiental suficiente para induzir os povos das estrelas a instruírem os homens remediadores a defenderem a mensagem que representa a chave da salvação da humanidade. Ele citou como exemplo de confirmação desta realidade que, quando criança, foi testemunha de avistamento de UFOs variadas vezes, “mas sempre com um propósito,” declarou. Num desses casos, viu quatro esferas luminosas de cor verde sobrevoarem por alguns instantes a área próxima ao Rio Missouri e, de dentro delas, saírem seres alienígenas. Em uma outra ocasião, teve a extraordinária oportunidade de ver bem de perto uma destas entidades. O ET vestia-se de branco, tinha cerca de 2,10 m de altura e o seu aspecto recordava um homem de origem caucasiana. O líder espiritual dos Lakota relatou também que uma vez visitou o interior de um disco voador. A aeronave era cheia de luz e continha aparatos similares aos computadores atuais. Como esse, os lakotas têm tido inúmeras experiências de contatos com seres extraterrestres.

Povos das Plêiades

Standing Elk cita em suas palestras vários depoimentos por ele obtidos através de outros líderes espirituais. De acordo com sua pesquisa, existiriam no universo inúmeras raças alienígenas. As lendas dos Sioux falam de civilizações provenientes das Plêiades e dos sistemas estelares de Sírius e Órion. Um homem remediador da tribo dos Sioux relatou a Standing Elk um encontro que teve com um ser pertencente à raça por nós definida como Grays, os cinzas. O fato teria ocorrido durante um rito de purificação e iniciação que se desenvolve no interior de uma tenda indígena, onde são exaltados os quatro elementos da natureza – terra, ar, água e fogo. Outro detalhe interessante mencionado pelo líder dos Lakota diz respeito aos símbolos encontrados nos destroços do UFO acidentado em Roswell. Segundo ele, cada um daqueles criptogramas tinha dois significados, referindo-se um às lendas universais e, o outro, às espirituais. “Vários de nossos irmãos nativos estiveram próximos do local da queda e se sensibilizaram com os mortos”, diz. A exposição dos pensamentos de Standing Elk é seguida pela do conselheiro espiritual da nação Oglala Floyd Hand, já plenamente aculturado, que fala dos seres denominados de avatáres. Tais figuras, semelhantes aos mestres Jesus, Buda e Maomé, seriam entidades de proveniência extraterrestre que assumiriam vários formatos. A lenda da Mulher Bisão Branco, por exemplo, é um deles. Ela sempre se manifestou aos peles-vermelhas em diversos momentos históricos, dando-lhes ciência de fatos a acontecer no futuro, a maioria dos quais confirmados. A lenda fala de um ser que apareceu em épocas antigas e que instruiu o povo nativo através de um meio de conhecimento do tipo universal. Sua presença entre os peles-vermelhas veio a influenciar de maneira notável seus modelos de vida social. Hand explica que os indígenas da Terra provêm de sete diferentes raças extraterrestres. Segundo ele, o povo das estrelas retornará à Terra brevemente e tal acontecimento será precedido por algumas mudanças. A primeira delas está estreitamente ligada aos fenômenos naturais, como as inundações, terremotos e incêndios florestais. 


Os índios Xikrin, uma das muitas facções da nação Kayapó, do Alto Xingu. Eles acreditam ser descendentes de seres espaciais e ainda realizam rituais de homenagem a eles

“Nos próximos anos, grande parte do território mundial sofrerá uma seca extremamente intensa e se registrará um considerável aumento de mortes devido à falta de alimentos”, declarou Hand. Os fenômenos El Niño e La Niña são confirmações indiretas de tal profecia e voltarão a se repetir no futuro, cada vez com mais intensidade. A morte de milhares de africanos, todos os dias, há tantos anos, também se mostra como uma verificação da terrível previsão. Hand disse que os nativos peles-vermelhas chamam os Estados Unidos de “Ilha das Tartarugas”, pois este animal é considerado sagrado pela maior parte das antigas culturas centro-americanas. Os Hopi, por exemplo, celebram até hoje um ritual denominado Festa da Dança das Tartarugas, durante o qual são entoados cantos em honra de dois Katchinas, seres celestiais provenientes das estrelas à Terra montados em uma enorme tartaruga, segundo os nativos. Também em outros países encontramos nações indígenas que crêem que a Terra tem o formato de uma grande tartaruga…

Nações das estrelas

De maneira geral, todos os líderes espirituais que participam anualmente do Star Knowledge enfatizam a importância em se acreditar nos UFOs. Harry Charger, ancião Lakota, concentra seus ensinamentos aos presentes explicando a tradição do seu povo. Charger falou de numerosas visitas que extraterrestres teriam feito aos índios durante os rituais de iniciação – chamados de Sweat Lodge. Ele declara abertamente que as Nações das Estrelas estão preocupadas com a situação desastrosa pela qual atravessa o planeta Terra, devido às operações destrutivas do homem. O ancião afirma também que os irmãos estelares visitam sua tribo indígena há tempos, e que ele se habituou desde pequeno com a idéia de que o homem não era o único habitante do universo. Charger narra ainda uma lenda que tem como protagonista uma jovem e belíssima mulher, que aparecera a dois exploradores Lakota e transmitiu a eles seus preciosos ensinamentos espirituais. Um dos homens, entretanto, tentou seduzir a misteriosa fêmea e acabou morrendo. O outro, pelo contrário, prestou respeitosa atenção e divulgou ao seu povo as inestimáveis pérolas de conhecimento recebidas. Charger faz questão de deixar no ar uma pergunta: “Qual será a reação de cada um de nós quando o povo das estrelas retornar à Terra?” Mas não foram somente os chefes místicos das tribos que se pronunciam no competido evento. O nativo Lakota Steve Red Buffalo, um estudioso que não participa do grupo espiritual de seu povo ativamente, defende que os Lakota provêm da Constelação das Plêiades. Fala também do Chanupa, o sagrado cachimbo que simboliza a união entre a Terra e o céu. “A Terra é representada pela cavidade do cachimbo e o céu é o canal oco do mesmo, através do qual a fumaça é aspirada para depois ser expirada na direção do espaço”, comparou Buffalo. Com essa linha de abordagem, no último evento da Star Knowledge, o líder espiritual dos Dakota, Wambdi Wicasa [Homem Cervo], despertou o interesse de todos fornecendo uma interpretação totalmente nova para os círculos ingleses, em especial um encontrado a 120 km de Londres, em junho de 1995. Segundo ele, a formação tratava-se de um pictograma composto por cinco círculos concêntricos que representam a vida. A circunferência externa correspondia às Nações das Estrelas, enquanto que as mais internas representavam os quatro povos da Terra. 

Segundo a cultura dos indígenas norte-americanos, cada raça do planeta representa um dos quatro elementos da natureza. A bran ca simboliza o fogo e a negra, a água. Os povos amarelos são representados pelo ar e os vermelhos, pela terra. Wicasa acredita que as quatro raças primordiais terrestres, esquecendo-se quais foram seus papéis e quais elementos representavam, cometeram graves erros e geraram a desastrosa situação de degradação ambiental em que estamos vivendo. “O espírito que me encontrou disse que toda a humanidade deveria ter recebido a mesma cultura que os povos indígenas. Como isto não aconteceu, os homens das estrelas estarão coagidos a intervir para restabelecer o equilíbrio físico e espiritual do planeta. Nosso tempo está desde já alcançando seu término. Logo não mais existirão automóveis, televisores ou qualquer outro bem material. A Terra está prestes a entrar na quinta era. Mas antes de unir-se à dimensão espiritual, deverá viver novas e diversas épocas”, garante Wicasa.

Descendentes de extraterrestres

A tribo dos Choctaw também se pronuncia com energia nas edições do Star Knowledge e da última vez o fez através de seu representante Preston Scott, que também defende que os nativos do planeta sejam descendentes de povos extraterrestres. Scott conta a história de um jovem índio que recebeu energia de um raio de luz, fazendo a indicação de que se tratava de uma nave. Para o povo Heyoka, aliado secular dos índios Choctaw, tal acontecimento é visto como uma espécie de batismo espiritual – que, para o homem branco, é a chamada abdução. Scott narra abertamente um encontro que teve com três seres extraplanetários quando escalava uma montanha próxima à sua aldeia. As criaturas lhe instruíram a ir para a terra dos Lakota, onde receberia lições espirituais para transmitir ao seu povo. “Graças a estes ensinamentos, os Choctaw superaram o momento de crise pelo qual estavam atravessando e reencontraram o caminho correto”, afirma. Os Lakota são os que mais se pronunciam durante o evento anual, talvez por terem elos mais fortes com os povos das estrelas. Outro homem remediador da tribo, Holly Bull [Touro Sagrado], relatou ter visto um UFO sobrevoar o Bear Butte, um pico vulcânico das Montanhas Negras, considerado sagrado pelos Sioux. Bull fala amplamente dos altares que existem “na terra das Nações das Estrelas”, segundo sua expressão, descrevendo-os como lugares repletos de objetos de inestimável valor espiritual, pertencentes aos líderes místicos de cada tribo. Ele também, como outros, teve o extraordinário privilégio de encontrar um ser proveniente do céu, que se declarou profundamente preocupado com a Mãe-Terra, gravemente ferida devido à ambição humana. 

Para representar a tremenda importância e magnitude de nosso planeta, Holly Bull cita as palavras pronunciadas em 1854 pelo líder Seattle, da tribo Swamish: “Esta Terra é preciosa para Deus e tratá-la mal é desprezar seu Criador. Contaminais vosso leito e uma noite sufocareis nos vossos lixos. A Terra não pertence ao homem, mas o homem pertence à Terra. Todas as coisas estão ligadas. Qualquer coisa que se sucede à Terra, procede aos filhos da Terra. O homem não teceu a trama da vida, ele é um fio. Qualquer coisa que faça à trama, faz a si mesmo. O fim da vida é o início da sobrevivência”. No entanto, para Bull, a humanidade, aprisionada em sua própria e presunçosa ignorância, não segue estas palavras. No término do último congresso realizado em Wagner, durante a cerimônia da Dança do Sol, Standing Elk explicou que o povo das estrelas está aqui para encorajar o crescimento espiritual do ser humano. Disse que, num futuro próximo, deverá acontecer uma aproximação de raças em direção à Terra. “Este período será de grandes provas e virá seguido por mil anos de paz”, fala o sábio guerreiro. Ainda de acordo com ele, existiriam entidades e forças que não desejam a tranqüilidade e que a verdade seja revelada, o que faria finalmente do homem um ser livre. Mas os peles-vermelhas estão convictos de que as profecias já estão acontecendo, graças a um relacionamento milenar entre eles e seres extraterrestres. Standing Elk não hesita em declamar o que chama de a derradeira mensagem: “Depois que a última árvore tenha sido derrubada. Depois que o último rio tenha sido envenenado. Depois que o último peixe tenha sido capturado. Então, descobrirás que o dinheiro não pode ser comido”. 

Autor: Sonia Cordella 
Fonte: UFO Especial 31 
Crédito da foto: Smithsonian Institute


terça-feira, 10 de setembro de 2013

Suicídio em gotas

Talvez o título deste artigo seja um pouco chocante e pareça excessivamente agressivo. Mas, o fato é que devemos encarar a realidade de frente, sem subterfúgios ou justificativas, principalmente quando o que está em foco é a vida, a saúde e o futuro.

Há algum tempo assisti o filme “Nosso Lar” e achei interessante o fato do Dr. André Luiz ter sido diagnosticado como um suicida por aqueles que o acolheram, apesar de em vida ele não ter praticado nenhum ato evidentemente suicida. No filme explicaram a ele que o fato de estar doente e não se tratar já é em si mesmo uma atitude suicida. O mesmo acontece caso a pessoa vá conscientemente se alimentando ou tendo atitudes que prejudiquem sua vida.

Na verdade, nossas vidas e corpos nos foram presenteados por Deus e devemos dar conta a Ele sobre o que fizemos com estes maravilhosos presentes que recebemos. Obviamente o suicídio, consciente ou não, de forma violenta ou não, é uma afronta à dádiva divina que é a vida. É um supremo ato de rebeldia contra a Criação e o Criador.

Além de nossas vidas não nos pertencer, elas ainda são determinantes para vidas de outras pessoas que podem aprender conosco, podem melhorar e crescer segundo os estímulos que lhes enviemos. Ou seja, temos uma missão conosco mesmos e também com aqueles que estão mais próximos de nós também. Um suicídio afeta não somente nossas possibilidades futuras como também as possibilidades futuras das pessoas queridas e próximas.

O suicídio como o realizado por André Luiz em vida é muito mais comum do que se pensa. Quantas pessoas se sentem mal, doentes, e não procuram por uma cura, por recuperar suas saúdes? Desculpas existem diversas: falta de dinheiro, falta de tempo, desconhecimento, etc. Mas, estas desculpas mascaram uma profunda falta de respeito da pessoa para com sua saúde, seu corpo, seu futuro e para com aquilo que poderia fazer para outras pessoas.



Mais grave ainda é o fato de sabermos conscientemente que fumar prejudica a saúde, comer carne vermelha é cancerígeno ao extremo, comer comida gordurosa é terrível para o organismo, se alimentar somente de produtos industrializados é terrível para nossa saúde. Todos já sabemos e constantemente notícias sobre estas questões nos vêm pela TV, pelo jornal, por revistas, pela Internet, pelo depoimento de amigos, etc. Mas, mesmo assim muitas pessoas insistem em persistir no hábito alimentar nefasto e tétrico.

Manter hábitos alimentares prejudiciais à saúde é o mesmo que cometer suicídio aos poucos, o mesmo que tomar veneno em gotas, o mesmo que se matar um pouco todos os dias. Devemos repensar esta atitude e nos perguntar: Porque estou fazendo isso se sei que é prejudicial? Eu quero mesmo morrer ou acelerar minha morte? Não estou vendo sentido em minha vida? Não amo meus familiares? A quem estou querendo prejudicar com esta minha atitude? Estou acabando com minha saúde e minha vida porque quero que alguém fique com remorso?

É muito difícil saber o que espiritualmente é considerado suicídio, mas seguindo este raciocínio é provável que a auto-anulação pessoal também possa se enquadrar como tal. Afinal, cientificamente é sabido que o câncer é uma doença somática. O maior número de casos de câncer ocorre com pessoas que guardaram mágoas e sofrimentos em suas almas, que não as colocaram para fora. Anular vontades, desejos, mágoas, sofrimentos, decepções, angústias, esperanças, etc. é matar algo de si mesmo. Afinal, estes sentimentos,  assim como outros, estão vivos em nosso interior, fazem parte de nossa realidade, da mesma forma que nossos sonhos, amores, ideias.

Será que não devemos repensar nossas vidas após esta rápida reflexão? Será que não envelhecemos mais em razão de constantes anulações, bloqueios, repressões?

Será que não estamos morrendo mais a cada dia porque deixamos que outras pessoas determinem nossas vidas, mesmo que isso não nos pareça adequado ou agradável? Será que não somos responsáveis por isso porque por não nos posicionarmos somos coniventes com tudo isso?


segunda-feira, 2 de setembro de 2013

A missão espiritual dos empresários

À medida que a pessoa aumenta seu nível ou grau de poder também aumenta sua responsabilidade com a espiritualidade. O poder, seja ele de que natureza for, traz consigo um compromisso obrigatório e tácito para com a sociedade, compromisso este que lhe será cobrado de alguma forma, algum dia, em alguma circunstância.

Um empresário seja ele pequeno, médio ou grande, e até mesmo os executivos, tem uma missão espiritual muito importante. Esta missão hoje recebe uma leitura moderna com o nome de responsabilidade social.

Assim como um político governante, o empresário tem sob seu compromisso social a vida de diversas pessoas. Mais do que simples mão-de-obra, ou recursos humanos, ele tem pessoas sob sua direção. Não são robôs, mas sim seres dotados de sonhos, expectativas, necessidades, sentimentos, como ele próprio.

Porém, mais do que seus funcionários, os empresários têm sob sua responsabilidade outras pessoas, ele tem famílias que dependem de sua empresa para o sustento. Muito mais do que o sustento, um emprego é sinônimo de dignidade para o trabalhador, uma forma desta pessoa exercitar seu lado útil à sociedade. Com um emprego a pessoa sai da marginalidade, deixa de ser um peso morto, um simples parasita. O sentimento de se ter um emprego injeta na alma esperança quanto ao futuro, entusiasmo pela vida e confiança em si mesmo.

O empresário além de pagar os salários aos funcionários também cumpre a sagrada missão de oferecer para a sociedade produtos e serviços que ela necessita. Cada vez mais estamos acostumados a utilizar produtos industrializados e que seriam impossíveis de obter de forma artesanal. Aliás, se fôssemos fazer artesanalmente tudo o que consumimos não teríamos tempo para a tarefa e muito menos para trabalhar contribuindo com as outras pessoas.



O emprego oferecido pelo empresário incute esperança e confiança em seus funcionários, que levam para seus lares estes sentimentos, sustentando a qualidade de vida de todos, até mesmo dos animais domésticos que lá habitam. Além disso, os salários pagos injetam recursos no mercado, beneficiando a economia ao fazer o dinheiro circular. A concentração de renda é péssima para a economia e para a qualidade de vida da sociedade. O investimento de grandes somas de dinheiro no mercado financeiro ou com a aquisição de imóveis retira dinheiro de circulação, prejudicando demais a sociedade.

Se o dinheiro está circulando, o operário compra uma pipoca, o pipoqueiro compra uma roupa, o comerciante paga seu fornecedor que paga seu representante, este representante paga o hotel, o dono do hotel paga o açougue e o açougueiro compra um jornal. O dono da banca de jornal compra um caderno para o filho estudar e a loja paga o distribuidor que paga a indústria que paga o operário. Assim, o mesmo dinheiro circulando volta para as mãos do operário e todos se beneficiam. Quando alguém pega este dinheiro e guarda de alguma forma, rompe com esta cadeia.

Por trás da oferta de emprego está a grande missão do empresário: oferecer dignidade para profissionais, contribuir para a qualidade de vida de famílias, injetar esperança e entusiasmo nas pessoas, produzir bens e produtos que a sociedade necessita e ajudar para a saúde da economia de sua região.

Desta forma, o empresário se assemelha a um pai que tem sob sua guarda as almas de seus funcionários de suas família. Uma decisão empresarial não deve ser tomada apenas considerando o aspecto financeiro da questão, mas também no aspecto econômico, social e espiritual. A má gestão organizacional ou a exploração da chamada mão-de-obra será cobrada do empresário, algum dia, em algum momento.

A espiritualidade não se exerce dentro de templos. Nestes locais nos reunimos regularmente para nos lembrarmos de nossos laços e compromissos. Porém, a espiritualidade é algo que devemos vivenciar plenamente na rotina de nosso dia-a-dia, no exercício de nossas atividades profissionais, sociais, afetivas e familiares.

Afinal, o espírito não se limita a um local, mas vibra intensamente no âmago do ser humano e partindo do coração, é canalizado pelas mãos que abençoam tudo que tocam, inclusive produtos e o dinheiro.


É assim que o trabalhador abençoa o “pão nosso de cada dia”.

  Qual a diferença entre Tarot e Astrologia?   Com mais de 40 anos de exercício profissional, percebi que é comum as pessoas não saberem...