quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

A colonização da Terra


O tema “extraterrestre” costuma arrepiar muita gente por considera-lo outra “viagem” para enganar trouxa, pois “não tem qualquer base científica”. Bem, para estas pessoas sugiro que não “percam tempo” com a leitura deste artigo. Definitivamente, não estou preocupado em provar nada para ninguém. Apenas gosto de partilhar com outras pessoas aquilo que aprendi e refleti ao longo de minhas experiências e estudos.
A meu ver a questão dos extraterrestres é semelhante à da Astrologia: são tantas as evidências, por tanto tempo, por pessoas idôneas, que não dá para não lhe dar a devida atenção e respeito. É ser muito teimoso e querer “fechar os olhos” para algo tão evidente. E, além disso, é muita presunção humana acreditar que é o único ser vivo e inteligente neste universo todo. Politicamente os governos temem confirmar a realidade (da vida) extraterrestre por receio de criar uma comoção geral, pânico e perder o controle, pois nossos governos não têm o controle ou o conhecimento completo do assunto. Assim seria uma forma de assumir sua limitação e sujeição absoluta. Desta forma preferem “esconder o sol com a peneira”, como diz o dito popular.
Mas, qual poderia ser o interesse de extraterrestres pela Terra e nosso povo?
Se considerarmos que eles são muito mais evoluídos, porque se voltar para nós? Bem, nossos cientistas estudam seres e culturas menos evoluídas, não? Com qual objetivo fazemos isso? Para melhor entendermos eles, podermos ajudar (se precisar) e muitas vezes até mesmo nos beneficiarmos (os princípios ativos de remédios, por exemplo, são extraídos em sua grande maioria de vegetais!).
Consta que antropologicamente houve um grande e não explicado o “salto” na evolução da humanidade ocorrido na Mesopotâmia. De uma hora para outra, após séculos milênios o ser humano deixou sua condição animalesca para se tornar o “homo sapiens[1]”, ou seja, adquiriu inteligência. A ciência não explica, por exemplo, como supostamente humanoides, com inteligência ainda incipiente conseguiram construir as pirâmides (do Egito e outras como as do México) ou mesmo Stonehenge.
Resumidamente, as informações mais sensatas e não sensacionalistas indicam que seres de outros planetas aqui estiveram e estão para contribuir com a evolução de nossa humanidade. Para tal, promoveram mudanças genéticas em nosso humanoide inserindo conteúdo genético selecionado de outras culturas e povos. E, em seguida passaram a monitorar nosso desenvolvimento. Em termos de informática, fizeram um “upgrade” em nosso hardware cromossômico. Assim a humanidade passou a ter melhores capacidades intelectuais e físicas.
É fácil entender que se alguém resolver iniciar uma guerra nuclear hoje isso será o mesmo que determinar o fim não só da vida na Terra (pois a retaliação e o envolvimento de outras nações desencadearia uma série de explosões) como possivelmente o fim do próprio planeta. E, um planeta sendo destruído afetará as órbitas (e vidas!) dos demais planetas de nosso sistema (e de outros também). Ou seja, um simples aperto de botão prejudicará a harmonia cósmica, além de decretar a extinção da vida humana como a conhecemos. Nós, em nossa limitada consciência, não queremos que isso ocorra nem com nossos animais (como o lobo guará, o urubu e muitos outros). Porque é difícil acreditar que seres mais evoluídos não pensariam assim para conosco?
Uma das linhas mais sérias e maduras de estudo da questão extraterrestre é a seguida pelo Projeto Sunesis[2], no qual abordam a questão sem sensacionalismo. Surgiu no seio de um grupo formal e governamental do Peru. Hoje tem sede mundial no Canadá e com grupos também aqui no Brasil, inclusive em Belo Horizonte. O conhecido e renomado jornalista J.J. Benites[3], autor dos livros “Operação Cavalo de Tróia” e correspondente da agência de notícias espanhola EFE conheceu de perto as atividades do grupo inicial. O jornalista então realizou contatos e impressionado escreveu matérias sobre o fato em seu jornal “Gazeta del Norte”, de Bilbao e também os livros “OVNIS: SOS à humanidade” e “100.000 kilômetros em busca de ÓVINIS”, ambos da editora Plaza & Janes de Barcelona, Espanha.

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