quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Indígenas das Américas admitem sua origem não terrestre

Indígenas de todo o mundo têm tido pacífica e longeva relação com ETs, mas poucos são os líderes tribais que admitem isso. O silêncio, explicam, é em respeito aos seus “amigos cósmicos” 



A cidade de Wagner, em Dakota do Sul, Estados Unidos, é palco de um acontecimento de importância histórica. Por 15 anos seguidos a reserva Yankton do índios Sioux tem sediado um dos mais concorridos eventos na área ufológica dos EUA. Trata-se de um grande encontro entre os líderes de tribos indígenas norte-americanas e de todo o mundo, chamado Star Knowledge, a conferência sobre o conhecimento das estrelas. O evento é organizado por uma comitiva de índios chefiada pelo líder místico Standing Elk [Alce em Pé], da tribo Lakota. Standing Elk teve a idéia do encontro após uma visão em que lhe foi revelado que o conhecimento espiritual dos índios nativos dos EUA tinha grande relação com o que chama de “Nações das Estrelas”, seres extraterrestres. O chefe crê ainda que tal conhecimento deva ser compartilhado com outros povos da Terra e por isso convoca, a cada ano, indígenas de todo o planeta para trocarem informações e experiências. A conferência é sempre organizada em obediência às profecias dos sábios das tribos Lakota e Hopi, mas até hoje não recebeu nenhum enviado das tribos brasileiras. Nos últimos eventos estiveram presentes indígenas místicos e espirituais da facção denominada Plains [Habitantes das Planícies], que compreende as tribos dos Lakota, Oglala, Dakota, Black Foot e Nakota, assim como os representantes orientais das nações Iroquoi, Oneida, Seneca e Choctaw, e os líderes dos grupos que habitam a faixa meridional dos Estados Unidos, Hopi, Yaqui e Mayan. Dentre os chefes das tribos que compareceram anualmente ao encontro é importante destacar a presença do místico Maori, da Nova Zelândia, e da líder espiritual do povo Sammi, do Lapão. Também participam ativamente do evento pesquisadores, antropólogos e ufólogos norte-americanos e europeus. Entre eles está o ex-sargento da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) Robert O. Dean, o contatado e escritor Whitley Strieber, o psicólogo Richard Boylan, os professores universitários Leo Sprinkle e Courtney Brown, o contatado e estigmatizado Giorgio Bongiovanni, o investigador alemão Michael Hesemann, o ex-funcionário da CIA Derrel Sims, a contatada Marylin Carlson e o investigador Randolph Winters, entre vários outros curiosos e interessados na temática. O psiquiatra da Universidade de Harvard doutor John Mack, recentemente falecido, era figura constante nos eventos indígenas.

Estrela de seis pontos

O objetivo das conferências é divulgar de maneira mais clara e ampla as tradições e os conhecimentos indígenas dos nativos norte-americanos – os peles-vermelhas –, que até o início dessa série de eventos somente eram mencionadas dentro do próprio grupo. Todos os participantes deste acontecimento, ao longo dos 15 anos em que vem sendo realizado, têm plena consciência de que os desastrosos acontecimentos que ocorrem hoje em várias partes do mundo já haviam sido anunciados aos nativos através de antigas profecias de suas tribos. Se já era conhecimento deles as mudanças pelas quais a Terra irá passar, decidiu-se através destes eventos difundir as profecias indígenas para o restante da população planetária. De acordo com o que foi discutido no último evento, por exemplo, a origem de vários grupos nativos dos EUA é considerada pelos próprios como de procedência extraterrestre, pois suas culturas são fortemente influenciadas pelos ensinamentos transmitidos pelo que chamam de “Povos das Estrelas”, quando em visitas aos peles-vermelhas. A mais importante das profecias é seguramente a que se refere à iminente manifestação sobre a Terra das civilizações alienígenas, o que os indígenas acreditam que deverá acontecer muito brevemente. O idealizador do evento e guardião do chamado “altar da nação da estrela de seis pontos”, Standing Elk, revelou em sua apresentação que “os homens remediadores” – uma espécie de líderes místicos de cada tribo –, têm a capacidade de comunicar-se com entidades espirituais da Mãe-Terra, como a águia, o alce, o coiote e principalmente com seres provenientes das Nações das Estrelas. Este poder de transmissão constituiria, segundo ele, uma séria ameaça para as instituições religiosas, econômicas e governamentais do planeta, pois civilizações do Universo estariam entrando em contato com os peles-vermelhas através de métodos espirituais – o que é abominado pelo governo dos EUA. 

Segundo Standing, as Nações das Estrelas, como se sabe há milênios, não adotam qualquer sistema monetário em seus planetas, porque sua estrutura social é baseada em práticas mentais, espirituais e universais. Ele vê com apreensão o risco de colapso nos métodos financeiros mundiais, especialmente dentro dos Estados Unidos, e das instituições religiosas. Este é o motivo principal que induziu os donos do poder a considerar ilegal o credo das tribos Lakota e Dakota, banindo suas tradições culturais seculares. A censura valeu até o momento em que o ex-presidente Jimmy Carter promulgou, em agosto de 1978, uma lei que reconhecia a capacidade de os nativos terem suas próprias formas de religiosidade – conhecida como Ato para a Liberdade de Religião. Nos anos que precederam a promulgação da lei, o governo dos Estados Unidos punia os líderes espirituais com severidade, chegando a condená-los a mais de trinta anos de detenção caso fossem vistos ou se realizassem atos de prece às Nações das Estrelas durante as cerimônias tradicionais celebradas em sua língua original. “Para cristianizar os pagãos, os EUA cortavam as rações de comida necessárias à sobrevivência dos peles-vermelhas. Usavam este meio para constranger os nativos a aprender o modo do viver de um cristão”, explicou Standing. Com isso, impediam que se alastrasse sua cultura tradicional, que os levou a crer que eram descendentes de seres não-terrestres. De acordo com o líder da nação Lakota, as pessoas que se esforçavam para preservar seus ritos místicos e sua cultura eram privadas do fornecimento de comida por vários meses. “E quem realmente executava essas barbaridades, inclusive com crianças” – conforme declarou em cerimônia durante um dos últimos eventos da série – “eram chefes religiosos e não propriamente as autoridades do governo norte-americano”. Por estes motivos e pela tentativa do homem branco em explorar o conhecimento dos homens das estrelas apenas por interesses de caráter econômico, os líderes espirituais das tribos indígenas decidiram manter a mais total discrição em relação aos seus conhecimentos cósmicos, informando aos seus descendentes somente o que fosse necessário para a construção de seu espírito. Isso vem acontecendo gradativamente, há muitos anos.

Degradação ambiental

Hoje, segundo Standing, chegou-se a um nível de degradação ambiental suficiente para induzir os povos das estrelas a instruírem os homens remediadores a defenderem a mensagem que representa a chave da salvação da humanidade. Ele citou como exemplo de confirmação desta realidade que, quando criança, foi testemunha de avistamento de UFOs variadas vezes, “mas sempre com um propósito,” declarou. Num desses casos, viu quatro esferas luminosas de cor verde sobrevoarem por alguns instantes a área próxima ao Rio Missouri e, de dentro delas, saírem seres alienígenas. Em uma outra ocasião, teve a extraordinária oportunidade de ver bem de perto uma destas entidades. O ET vestia-se de branco, tinha cerca de 2,10 m de altura e o seu aspecto recordava um homem de origem caucasiana. O líder espiritual dos Lakota relatou também que uma vez visitou o interior de um disco voador. A aeronave era cheia de luz e continha aparatos similares aos computadores atuais. Como esse, os lakotas têm tido inúmeras experiências de contatos com seres extraterrestres.

Povos das Plêiades

Standing Elk cita em suas palestras vários depoimentos por ele obtidos através de outros líderes espirituais. De acordo com sua pesquisa, existiriam no universo inúmeras raças alienígenas. As lendas dos Sioux falam de civilizações provenientes das Plêiades e dos sistemas estelares de Sírius e Órion. Um homem remediador da tribo dos Sioux relatou a Standing Elk um encontro que teve com um ser pertencente à raça por nós definida como Grays, os cinzas. O fato teria ocorrido durante um rito de purificação e iniciação que se desenvolve no interior de uma tenda indígena, onde são exaltados os quatro elementos da natureza – terra, ar, água e fogo. Outro detalhe interessante mencionado pelo líder dos Lakota diz respeito aos símbolos encontrados nos destroços do UFO acidentado em Roswell. Segundo ele, cada um daqueles criptogramas tinha dois significados, referindo-se um às lendas universais e, o outro, às espirituais. “Vários de nossos irmãos nativos estiveram próximos do local da queda e se sensibilizaram com os mortos”, diz. A exposição dos pensamentos de Standing Elk é seguida pela do conselheiro espiritual da nação Oglala Floyd Hand, já plenamente aculturado, que fala dos seres denominados de avatáres. Tais figuras, semelhantes aos mestres Jesus, Buda e Maomé, seriam entidades de proveniência extraterrestre que assumiriam vários formatos. A lenda da Mulher Bisão Branco, por exemplo, é um deles. Ela sempre se manifestou aos peles-vermelhas em diversos momentos históricos, dando-lhes ciência de fatos a acontecer no futuro, a maioria dos quais confirmados. A lenda fala de um ser que apareceu em épocas antigas e que instruiu o povo nativo através de um meio de conhecimento do tipo universal. Sua presença entre os peles-vermelhas veio a influenciar de maneira notável seus modelos de vida social. Hand explica que os indígenas da Terra provêm de sete diferentes raças extraterrestres. Segundo ele, o povo das estrelas retornará à Terra brevemente e tal acontecimento será precedido por algumas mudanças. A primeira delas está estreitamente ligada aos fenômenos naturais, como as inundações, terremotos e incêndios florestais. 


Os índios Xikrin, uma das muitas facções da nação Kayapó, do Alto Xingu. Eles acreditam ser descendentes de seres espaciais e ainda realizam rituais de homenagem a eles

“Nos próximos anos, grande parte do território mundial sofrerá uma seca extremamente intensa e se registrará um considerável aumento de mortes devido à falta de alimentos”, declarou Hand. Os fenômenos El Niño e La Niña são confirmações indiretas de tal profecia e voltarão a se repetir no futuro, cada vez com mais intensidade. A morte de milhares de africanos, todos os dias, há tantos anos, também se mostra como uma verificação da terrível previsão. Hand disse que os nativos peles-vermelhas chamam os Estados Unidos de “Ilha das Tartarugas”, pois este animal é considerado sagrado pela maior parte das antigas culturas centro-americanas. Os Hopi, por exemplo, celebram até hoje um ritual denominado Festa da Dança das Tartarugas, durante o qual são entoados cantos em honra de dois Katchinas, seres celestiais provenientes das estrelas à Terra montados em uma enorme tartaruga, segundo os nativos. Também em outros países encontramos nações indígenas que crêem que a Terra tem o formato de uma grande tartaruga…

Nações das estrelas

De maneira geral, todos os líderes espirituais que participam anualmente do Star Knowledge enfatizam a importância em se acreditar nos UFOs. Harry Charger, ancião Lakota, concentra seus ensinamentos aos presentes explicando a tradição do seu povo. Charger falou de numerosas visitas que extraterrestres teriam feito aos índios durante os rituais de iniciação – chamados de Sweat Lodge. Ele declara abertamente que as Nações das Estrelas estão preocupadas com a situação desastrosa pela qual atravessa o planeta Terra, devido às operações destrutivas do homem. O ancião afirma também que os irmãos estelares visitam sua tribo indígena há tempos, e que ele se habituou desde pequeno com a idéia de que o homem não era o único habitante do universo. Charger narra ainda uma lenda que tem como protagonista uma jovem e belíssima mulher, que aparecera a dois exploradores Lakota e transmitiu a eles seus preciosos ensinamentos espirituais. Um dos homens, entretanto, tentou seduzir a misteriosa fêmea e acabou morrendo. O outro, pelo contrário, prestou respeitosa atenção e divulgou ao seu povo as inestimáveis pérolas de conhecimento recebidas. Charger faz questão de deixar no ar uma pergunta: “Qual será a reação de cada um de nós quando o povo das estrelas retornar à Terra?” Mas não foram somente os chefes místicos das tribos que se pronunciam no competido evento. O nativo Lakota Steve Red Buffalo, um estudioso que não participa do grupo espiritual de seu povo ativamente, defende que os Lakota provêm da Constelação das Plêiades. Fala também do Chanupa, o sagrado cachimbo que simboliza a união entre a Terra e o céu. “A Terra é representada pela cavidade do cachimbo e o céu é o canal oco do mesmo, através do qual a fumaça é aspirada para depois ser expirada na direção do espaço”, comparou Buffalo. Com essa linha de abordagem, no último evento da Star Knowledge, o líder espiritual dos Dakota, Wambdi Wicasa [Homem Cervo], despertou o interesse de todos fornecendo uma interpretação totalmente nova para os círculos ingleses, em especial um encontrado a 120 km de Londres, em junho de 1995. Segundo ele, a formação tratava-se de um pictograma composto por cinco círculos concêntricos que representam a vida. A circunferência externa correspondia às Nações das Estrelas, enquanto que as mais internas representavam os quatro povos da Terra. 

Segundo a cultura dos indígenas norte-americanos, cada raça do planeta representa um dos quatro elementos da natureza. A bran ca simboliza o fogo e a negra, a água. Os povos amarelos são representados pelo ar e os vermelhos, pela terra. Wicasa acredita que as quatro raças primordiais terrestres, esquecendo-se quais foram seus papéis e quais elementos representavam, cometeram graves erros e geraram a desastrosa situação de degradação ambiental em que estamos vivendo. “O espírito que me encontrou disse que toda a humanidade deveria ter recebido a mesma cultura que os povos indígenas. Como isto não aconteceu, os homens das estrelas estarão coagidos a intervir para restabelecer o equilíbrio físico e espiritual do planeta. Nosso tempo está desde já alcançando seu término. Logo não mais existirão automóveis, televisores ou qualquer outro bem material. A Terra está prestes a entrar na quinta era. Mas antes de unir-se à dimensão espiritual, deverá viver novas e diversas épocas”, garante Wicasa.

Descendentes de extraterrestres

A tribo dos Choctaw também se pronuncia com energia nas edições do Star Knowledge e da última vez o fez através de seu representante Preston Scott, que também defende que os nativos do planeta sejam descendentes de povos extraterrestres. Scott conta a história de um jovem índio que recebeu energia de um raio de luz, fazendo a indicação de que se tratava de uma nave. Para o povo Heyoka, aliado secular dos índios Choctaw, tal acontecimento é visto como uma espécie de batismo espiritual – que, para o homem branco, é a chamada abdução. Scott narra abertamente um encontro que teve com três seres extraplanetários quando escalava uma montanha próxima à sua aldeia. As criaturas lhe instruíram a ir para a terra dos Lakota, onde receberia lições espirituais para transmitir ao seu povo. “Graças a estes ensinamentos, os Choctaw superaram o momento de crise pelo qual estavam atravessando e reencontraram o caminho correto”, afirma. Os Lakota são os que mais se pronunciam durante o evento anual, talvez por terem elos mais fortes com os povos das estrelas. Outro homem remediador da tribo, Holly Bull [Touro Sagrado], relatou ter visto um UFO sobrevoar o Bear Butte, um pico vulcânico das Montanhas Negras, considerado sagrado pelos Sioux. Bull fala amplamente dos altares que existem “na terra das Nações das Estrelas”, segundo sua expressão, descrevendo-os como lugares repletos de objetos de inestimável valor espiritual, pertencentes aos líderes místicos de cada tribo. Ele também, como outros, teve o extraordinário privilégio de encontrar um ser proveniente do céu, que se declarou profundamente preocupado com a Mãe-Terra, gravemente ferida devido à ambição humana. 

Para representar a tremenda importância e magnitude de nosso planeta, Holly Bull cita as palavras pronunciadas em 1854 pelo líder Seattle, da tribo Swamish: “Esta Terra é preciosa para Deus e tratá-la mal é desprezar seu Criador. Contaminais vosso leito e uma noite sufocareis nos vossos lixos. A Terra não pertence ao homem, mas o homem pertence à Terra. Todas as coisas estão ligadas. Qualquer coisa que se sucede à Terra, procede aos filhos da Terra. O homem não teceu a trama da vida, ele é um fio. Qualquer coisa que faça à trama, faz a si mesmo. O fim da vida é o início da sobrevivência”. No entanto, para Bull, a humanidade, aprisionada em sua própria e presunçosa ignorância, não segue estas palavras. No término do último congresso realizado em Wagner, durante a cerimônia da Dança do Sol, Standing Elk explicou que o povo das estrelas está aqui para encorajar o crescimento espiritual do ser humano. Disse que, num futuro próximo, deverá acontecer uma aproximação de raças em direção à Terra. “Este período será de grandes provas e virá seguido por mil anos de paz”, fala o sábio guerreiro. Ainda de acordo com ele, existiriam entidades e forças que não desejam a tranqüilidade e que a verdade seja revelada, o que faria finalmente do homem um ser livre. Mas os peles-vermelhas estão convictos de que as profecias já estão acontecendo, graças a um relacionamento milenar entre eles e seres extraterrestres. Standing Elk não hesita em declamar o que chama de a derradeira mensagem: “Depois que a última árvore tenha sido derrubada. Depois que o último rio tenha sido envenenado. Depois que o último peixe tenha sido capturado. Então, descobrirás que o dinheiro não pode ser comido”. 

Autor: Sonia Cordella 
Fonte: UFO Especial 31 
Crédito da foto: Smithsonian Institute


terça-feira, 10 de setembro de 2013

Suicídio em gotas

Talvez o título deste artigo seja um pouco chocante e pareça excessivamente agressivo. Mas, o fato é que devemos encarar a realidade de frente, sem subterfúgios ou justificativas, principalmente quando o que está em foco é a vida, a saúde e o futuro.

Há algum tempo assisti o filme “Nosso Lar” e achei interessante o fato do Dr. André Luiz ter sido diagnosticado como um suicida por aqueles que o acolheram, apesar de em vida ele não ter praticado nenhum ato evidentemente suicida. No filme explicaram a ele que o fato de estar doente e não se tratar já é em si mesmo uma atitude suicida. O mesmo acontece caso a pessoa vá conscientemente se alimentando ou tendo atitudes que prejudiquem sua vida.

Na verdade, nossas vidas e corpos nos foram presenteados por Deus e devemos dar conta a Ele sobre o que fizemos com estes maravilhosos presentes que recebemos. Obviamente o suicídio, consciente ou não, de forma violenta ou não, é uma afronta à dádiva divina que é a vida. É um supremo ato de rebeldia contra a Criação e o Criador.

Além de nossas vidas não nos pertencer, elas ainda são determinantes para vidas de outras pessoas que podem aprender conosco, podem melhorar e crescer segundo os estímulos que lhes enviemos. Ou seja, temos uma missão conosco mesmos e também com aqueles que estão mais próximos de nós também. Um suicídio afeta não somente nossas possibilidades futuras como também as possibilidades futuras das pessoas queridas e próximas.

O suicídio como o realizado por André Luiz em vida é muito mais comum do que se pensa. Quantas pessoas se sentem mal, doentes, e não procuram por uma cura, por recuperar suas saúdes? Desculpas existem diversas: falta de dinheiro, falta de tempo, desconhecimento, etc. Mas, estas desculpas mascaram uma profunda falta de respeito da pessoa para com sua saúde, seu corpo, seu futuro e para com aquilo que poderia fazer para outras pessoas.



Mais grave ainda é o fato de sabermos conscientemente que fumar prejudica a saúde, comer carne vermelha é cancerígeno ao extremo, comer comida gordurosa é terrível para o organismo, se alimentar somente de produtos industrializados é terrível para nossa saúde. Todos já sabemos e constantemente notícias sobre estas questões nos vêm pela TV, pelo jornal, por revistas, pela Internet, pelo depoimento de amigos, etc. Mas, mesmo assim muitas pessoas insistem em persistir no hábito alimentar nefasto e tétrico.

Manter hábitos alimentares prejudiciais à saúde é o mesmo que cometer suicídio aos poucos, o mesmo que tomar veneno em gotas, o mesmo que se matar um pouco todos os dias. Devemos repensar esta atitude e nos perguntar: Porque estou fazendo isso se sei que é prejudicial? Eu quero mesmo morrer ou acelerar minha morte? Não estou vendo sentido em minha vida? Não amo meus familiares? A quem estou querendo prejudicar com esta minha atitude? Estou acabando com minha saúde e minha vida porque quero que alguém fique com remorso?

É muito difícil saber o que espiritualmente é considerado suicídio, mas seguindo este raciocínio é provável que a auto-anulação pessoal também possa se enquadrar como tal. Afinal, cientificamente é sabido que o câncer é uma doença somática. O maior número de casos de câncer ocorre com pessoas que guardaram mágoas e sofrimentos em suas almas, que não as colocaram para fora. Anular vontades, desejos, mágoas, sofrimentos, decepções, angústias, esperanças, etc. é matar algo de si mesmo. Afinal, estes sentimentos,  assim como outros, estão vivos em nosso interior, fazem parte de nossa realidade, da mesma forma que nossos sonhos, amores, ideias.

Será que não devemos repensar nossas vidas após esta rápida reflexão? Será que não envelhecemos mais em razão de constantes anulações, bloqueios, repressões?

Será que não estamos morrendo mais a cada dia porque deixamos que outras pessoas determinem nossas vidas, mesmo que isso não nos pareça adequado ou agradável? Será que não somos responsáveis por isso porque por não nos posicionarmos somos coniventes com tudo isso?


segunda-feira, 2 de setembro de 2013

A missão espiritual dos empresários

À medida que a pessoa aumenta seu nível ou grau de poder também aumenta sua responsabilidade com a espiritualidade. O poder, seja ele de que natureza for, traz consigo um compromisso obrigatório e tácito para com a sociedade, compromisso este que lhe será cobrado de alguma forma, algum dia, em alguma circunstância.

Um empresário seja ele pequeno, médio ou grande, e até mesmo os executivos, tem uma missão espiritual muito importante. Esta missão hoje recebe uma leitura moderna com o nome de responsabilidade social.

Assim como um político governante, o empresário tem sob seu compromisso social a vida de diversas pessoas. Mais do que simples mão-de-obra, ou recursos humanos, ele tem pessoas sob sua direção. Não são robôs, mas sim seres dotados de sonhos, expectativas, necessidades, sentimentos, como ele próprio.

Porém, mais do que seus funcionários, os empresários têm sob sua responsabilidade outras pessoas, ele tem famílias que dependem de sua empresa para o sustento. Muito mais do que o sustento, um emprego é sinônimo de dignidade para o trabalhador, uma forma desta pessoa exercitar seu lado útil à sociedade. Com um emprego a pessoa sai da marginalidade, deixa de ser um peso morto, um simples parasita. O sentimento de se ter um emprego injeta na alma esperança quanto ao futuro, entusiasmo pela vida e confiança em si mesmo.

O empresário além de pagar os salários aos funcionários também cumpre a sagrada missão de oferecer para a sociedade produtos e serviços que ela necessita. Cada vez mais estamos acostumados a utilizar produtos industrializados e que seriam impossíveis de obter de forma artesanal. Aliás, se fôssemos fazer artesanalmente tudo o que consumimos não teríamos tempo para a tarefa e muito menos para trabalhar contribuindo com as outras pessoas.



O emprego oferecido pelo empresário incute esperança e confiança em seus funcionários, que levam para seus lares estes sentimentos, sustentando a qualidade de vida de todos, até mesmo dos animais domésticos que lá habitam. Além disso, os salários pagos injetam recursos no mercado, beneficiando a economia ao fazer o dinheiro circular. A concentração de renda é péssima para a economia e para a qualidade de vida da sociedade. O investimento de grandes somas de dinheiro no mercado financeiro ou com a aquisição de imóveis retira dinheiro de circulação, prejudicando demais a sociedade.

Se o dinheiro está circulando, o operário compra uma pipoca, o pipoqueiro compra uma roupa, o comerciante paga seu fornecedor que paga seu representante, este representante paga o hotel, o dono do hotel paga o açougue e o açougueiro compra um jornal. O dono da banca de jornal compra um caderno para o filho estudar e a loja paga o distribuidor que paga a indústria que paga o operário. Assim, o mesmo dinheiro circulando volta para as mãos do operário e todos se beneficiam. Quando alguém pega este dinheiro e guarda de alguma forma, rompe com esta cadeia.

Por trás da oferta de emprego está a grande missão do empresário: oferecer dignidade para profissionais, contribuir para a qualidade de vida de famílias, injetar esperança e entusiasmo nas pessoas, produzir bens e produtos que a sociedade necessita e ajudar para a saúde da economia de sua região.

Desta forma, o empresário se assemelha a um pai que tem sob sua guarda as almas de seus funcionários de suas família. Uma decisão empresarial não deve ser tomada apenas considerando o aspecto financeiro da questão, mas também no aspecto econômico, social e espiritual. A má gestão organizacional ou a exploração da chamada mão-de-obra será cobrada do empresário, algum dia, em algum momento.

A espiritualidade não se exerce dentro de templos. Nestes locais nos reunimos regularmente para nos lembrarmos de nossos laços e compromissos. Porém, a espiritualidade é algo que devemos vivenciar plenamente na rotina de nosso dia-a-dia, no exercício de nossas atividades profissionais, sociais, afetivas e familiares.

Afinal, o espírito não se limita a um local, mas vibra intensamente no âmago do ser humano e partindo do coração, é canalizado pelas mãos que abençoam tudo que tocam, inclusive produtos e o dinheiro.


É assim que o trabalhador abençoa o “pão nosso de cada dia”.

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Sofrimento x Desapego

Vivemos hoje uma cultura do hedonismo pautada pela verdadeira fuga da dor, do sofrimento e das responsabilidades. Perdeu-se a noção de que o aprendizado, o desenvolvimento, a evolução e o progresso caminham juntamente com o esforço, com a dedicação, com o trabalho, com a responsabilidade. Alunos querem nota sem ter que estudar, funcionário quer férias e benefícios sem ter que se dedicar, empresários querem trabalho dedicado sem pagar salário adequado, os namorados exigem de seus pares o ideal sem se disponibilizarem a fazer por merecer, manifestantes exigem paternalismo do governo sem utilizar os caminhos democráticos e por aí vai ...

O fato é que vivemos uma cultura que valoriza as ditas “coisas boas da vida” e seu acúmulo, posse, controle e mesmo exibição.

O Marketing do comércio se aproveita, consciente ou inconscientemente, desta angústia das pessoas para conquistar suas atenções, interesses e disponibilidade para gastar dinheiro em busca do que assinale como segurança, alívio, estabilidade. O mesmo ocorre com algumas religiões que, além disso, ainda colocam “lenha na fogueira” aumentando o conflito ao exaltar o mal dos “pecados”. Como se Deus não quisesse que fôssemos felizes, tivéssemos prazer, alegria. Transformaram a alegria e o prazer em pecado, coisa supostamente condenada por Deus. E as pessoas ficam “entre a cruz e a espada”, compram ou não, se permitem ou não, acumulam ou não?

Nada na vida é fixo, eterno, controlado ou dominado permanentemente por quem quer que seja. Tudo é mutável, instável, inseguro, variável. A ideia de fixidez é equivocada e não se sustenta. Quem vive para se assegurar de que domina, controla ou tem posse definitiva de algo “bom” está fadado ao sofrimento, à dor e à angústia.



A questão central está no apego ao que supostamente é bom, belo e agradável, seja um dia de sol, seja a juventude, seja um amor, seja um carro, seja uma deia ou conceito, seja o que for. O problema não é o objeto desejado em si, mas sim o desejo de posse, controle, domínio e perpetuação daquilo. Aí sim reside o cerne da dor e do sofrimento. É aí que “pecamos”.

Nada na Criação é estável, fixo, definitivo. Lousier já dizia “No mundo nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”. O próprio mistério da Criação é a transformação, a reciclagem, o constante e perpétuo mudar rumo a um estado melhor. O carro roda na superfície do planeta Terra que gira em torno do Sol que por sua vez gira ao redor do centro da galáxia que está em movimento pelo espaço infinito. Todo dia é sucedido por uma noite sempre, até que se altere. O que era bom passou a ser mau e vice-versa. O partido de oposição passou a ser situação e isso se modificará no futuro novamente. O que você pensa que é seu, seja carro, casa ou embarcação, na verdade não é e isso ficará evidente se não pagar seus impostos corretamente. O seu corpo não é seu, Deus o deu a você para que faça bom uso e Ele pode tomá-lo quando bem entender!



Se quisermos não sofrer devemos nos desapegar. Ao passar pelo campo, se vemos uma rosa bonita e por querer tê-la só para nós a cortamos no caule estamos matando esta flor que nasceu na natureza para todos. Ela certamente morrerá muito antes do que se ficasse lá na roseira.

Faça um exercício de imaginação, pense em seus problemas e visualize as situações sem seu desejo de manter as coisas como estão, imagine-se deixando a vida fluir, seguir seu rumo sem você querer decidir para onde ela deve ir. Observe que talvez os “estragos” imaginados não fossem tanto quanto imagina, talvez as mudanças pudessem até trazer coisas “boas” ou novidades interessantes à sua vida. Perceberá que a vida não acaba, pelo contrário poderá continuar de uma forma bem interessante.

O esforço que se faz para sustentar algo insustentável, para se manter posses e bens, desgasta muito nosso organismo gerando estresse, envelhecimento precoce, doenças, etc.. O desapego também é sinônimo de vida longa, prazerosa, alegre, harmonia e paz interior.
Para sermos felizes devemos aprender a deixar a vida fluir e não lutar contra ela. Afinal, Jesus não disse que Ele é o caminho, a verdade e a Vida? Lutar contra a vida é lutar contra o Cristo, contra Deus, contra nossa própria existência. De certa forma, lutar contra a vida é um jeito de suicídio gradativo, silencioso, sutil e “aceitável”, porém extremamente poderoso e eficiente.

“Por isso vos digo: Não andeis cuidadosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer ou pelo que haveis de beber; nem quanto ao vosso corpo, pelo que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o mantimento, e o corpo mais do que o vestuário?
Olhai para as aves do céu, que nem semeiam, nem segam, nem ajuntam em celeiros; e vosso Pai celestial as alimenta. Não tendes vós muito mais valor do que elas?
E qual de vós poderá, com todos os seus cuidados, acrescentar um côvado à sua estatura?
E, quanto ao vestuário, por que andais solícitos? Olhai para os lírios do campo, como eles crescem; não trabalham nem fiam;
E eu vos digo que nem mesmo Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles.
Pois, se Deus assim veste a erva do campo, que hoje existe, e amanhã é lançada no forno, não vos vestirá muito mais a vós, homens de pouca fé?
Não andeis, pois, inquietos, dizendo: Que comeremos, ou que beberemos, ou com que nos vestiremos?
Porque todas estas coisas os gentios procuram. Decerto vosso Pai celestial bem sabe que necessitais de todas estas coisas;
Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.
Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo.”

Mateus 6:25-34


quinta-feira, 15 de agosto de 2013

O suposto materialismo

Para as pessoas que se importam com as questões de natureza espiritual ou mística existe uma tendência a se deparem com a ideia do conflito entre o espiritualismo e o materialismo. No materialismo muitas pessoas, talvez a grande maioria, se esquece de considerar as questões espirituais em suas vidas cotidianas para se dedicarem apenas para as ditas questões materiais (dinheiro, bens, prazeres físicos, etc.).



Sem dúvida não dar atenção ou considerar a espiritualidade é algo muito equivocado, visto que se trata de questões que não se corrompem com o tempo ou pela ação do homem, ao passo que as questões ditas materiais são sempre transitórias. O imediatismo prejudica um planejamento de vida voltado para o futuro que desta forma se torna muito incerto, ao sabor da sorte, ou do azar, e depois que as coisas não dão certo a pessoa então se lembra da espiritualidade para questioná-la.

Mas, o fato é que o chamado materialismo é um grande engano. Esotericamente sabe-se que a chamada matéria nada mais é do que o espírito manifesto e que tem neste mesmo espírito sua origem, razão e objetivo de ser. Ou seja, a “matéria” não é um sentido de vida em si, mas uma fração, um sinal do sentido maior. A chamada “matéria” não é má em si e muito menos boa, ela é o que é. Ela também não é “coisa do diabo” como muita gente prega. Não! A matéria nos proporciona coisas importantes para nossa evolução, principalmente o fato de termos um corpo físico e estarmos no plano físico onde se dá o processo evolutivo, coisa que não ocorre em outros planos ou realidades.

O grande problema do suposto “materialismo” não é matéria em si, mas o uso que se faz dela, seu verdadeiro “endeusamento” que a humanidade promoveu.

O dinheiro, grande e talvez maior símbolo do suposto materialismo, não é nada material, pelo contrário sua natureza é absolutamente abstrata, virtual, simbólica. Antigamente uma moeda de ouro valia seu peso em ouro e pronto. Depois o papel moeda (dinheiro) era um “vale” emitido por um banco central que mantinha reservas em ouro relativas ao valor total dos “vales” (dinheiro) emitido. Hoje não existem reservas materiais alguma, o dinheiro é apenas um símbolo de confiança de valor. Se a sociedade de uma hora para outra deixar de “acreditar” (questão de fé) no dólar, por exemplo, seu valor irá despencar. Você já havia imaginado que o símbolo do capitalismo, do materialismo, o dinheiro, tem sua força e poder por causa da fé?

Mas, vamos deixar de lado estas questões esotéricas, místicas e espirituais. Abordemos o materialismo à luz da ciência natural, a chamada “ciência dura”, da qual não fazem parte nem mesmo a Administração, a Medicina, a Psicologia ou a Filosofia. Em última instância a matéria é formada, em Física, de átomos. Os átomos por sua vez são compostos por elétrons, prótons e nêutrons, sendo que a massa (matéria) de um elétron é ínfima e o que podemos conceber de matéria mesmo de um átomo se encontra em seu núcleo que tem próton e nêutron. Mas, a estrutura de um átomo, que é a base de qualquer corpo material, é composta basicamente de seu núcleo e o elétron que gira em torno do núcleo a uma distância muito grande se comparada com as dimensões deste mesmo núcleo. É algo semelhante ao que acontece entre o sol e os planetas que orbitam em torno dele. Então, o “tamanho” do átomo é dado pela órbita do(s) elétron(s) de sua camada externa e não reflete a quantidade de massa ou matéria que tem. Um átomo tem muito mais “espaço vazio” em seu interior do que matéria ou massa. E assim as coisas tangíveis são formadas, por muito, mas muito mesmo, mais espaço vazio do que massa ou matéria. O que nos dá a sensação de solidez é resultado do eletro magnetismo, ou seja, algo nada material e sim energético.

“ ... se o núcleo do átomo de hidrogênio fosse ampliado até o tamanho de uma bola de tênis, o elétron estaria proporcionalmente a uma distância de 2042,9 m, ou o equivalente a 17 campos de futebol ordenados um após o outro pelo lado do comprimento, considerando o comprimento máximo permitido (120 m)!"

Fábio Rodrigues, professor de química do CEFET/MG no campus de Timóteo/MG



“Se imaginarmos o núcleo do átomo como tendo o  tamanho de um feijão, o átomo terá o tamanho de um estádio, e os elétrons vão ser como as pulgas pequenas voando freneticamente em algum lugar ao redor das arquibancadas. Estamos, de fato, envoltos por vácuo, e a proporção de vácuo para a matéria é ditada pela massa dos elétrons.”


Talvez tenha ficado claro que o suposto materialismo é um grande equívoco, que aquilo que se pode tocar não é de fato matéria, mas sim um tipo de energia, como dizia Einstein e muitos místicos espiritualistas. Para mais informações sugerimos os filmes “Ponto de Mutação” e também “Quem somos nós”.

Juarez de Fausto Prestupa


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sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Homeopatia – “A” Medicina

Sabe aquele “chazinho” que a vovó prepara? Ou então as garrafadas, os emplastros, canjas e semelhantes? Pois é, nós herdamos do conhecimento indígena, tido como “primitivo” e ignorante. Estes “remédios” caseiros se utilizam dos princípios ativos das plantas e por isso são chamados de naturais ou naturopatia. É a natureza (plantas e minerais) curando a própria natureza (a humanidade).

Na Idade Média o conhecimento milenar da Alquimia ganhou destaque e influenciou a Medicina da época, inclusive Paracelso. Na Alquimia existe um processo que se refere à extração do “espírito” das coisas, ou seja, à seleção do elemento vital e ativo com o objetivo de melhor aproveitá-lo. Em 1796 Samuel Hahnemann “cria” um tipo alternativo de Medicina, hoje conhecida por Homeopatia.



A Homeopatia é algo semelhante a uma fusão entre a naturopatia e a Alquimia. Nela se destacam os princípios ativos de suas fontes (plantas, minerais e outras fontes) e além disso se potencializam estes mesmos princípios. Ela “funciona” de forma semelhante às vacinas que inoculam no corpo humano um vírus atenuado ou inativo, “enganando” o corpo e fazendo assim que ele produza anticorpos contra aquele vírus que na verdade não está prejudicando a saúde da pessoa. Igualmente, a homeopatia age pelo princípio “similia similibus curantur” (semelhante pelo semelhante se cura) como proposto por Hipócrates (o “pai” da Medicina), ou seja, o tratamento se dá a partir da diluição e dinamização da mesma substância que produz o sintoma num indivíduo saudável.

Enquanto a alopatia (Medicina mais conhecida no ocidente) atua com “antídotos” (antitérmico, antibiótico, antiinflamatório, antialérgico, etc.) a homeopatia atua com os semelhantes. Enquanto a alopatia atua focando um determinado ponto específico da saúde (princípio da divisão do todo em partes) a Homeopatia atua no todo da pessoa, beneficiando as partes, como Hipócrates já preconizava há 2500 anos (estudar o doente e não a doença).

Muitas vezes um problema de saúde é conseqüência ou resultado de outra desordem anterior. Uma acidez estomacal, por exemplo, pode não ser curada apenas com antiácidos. Talvez esta acidez seja resultado de excesso de estresse, preocupação, nervosismo. E, mais ainda, este nervosismo pode ser resultado de uma educação excessivamente rígida. O antiácido removerá momentaneamente a acidez, mas deixará intactas suas origens. Já a Homeopatia atua tanto no aspecto físico da acidez quanto em suas diversas origens.



Enquanto a alopatia costuma ter suas seqüelas (cura uma coisa, mas pode prejudicar outra) a Homeopatia promove uma escalada constante e segura de saúde e harmonia orgânica, tanto física quanto psíquica. A ação da Homeopatia não depende de fé ou crença; ela não demora para agir, como muita gente pensa; ela não é fraca e sim extremamente potente. O resultado da Homeopatia, assim como na alopatia, depende do correto diagnóstico e correta prescrição. Desta forma, depende muito do terapeuta que irá avaliar a pessoa.

Em razão de anos pesquisando e fazendo uso da Homeopatia e de não ser terapeuta homeopata ouso afirmar que a Homeopatia age harmonizando problemas de saúde que trazemos em nosso DNA (de nossos ancestrais) e até mesmo pode atingir vidas passadas.
Os remédios homeopáticos geralmente são baratos, práticos de se administrar e via de regra são prescritos um de cada vez. As doses medicinais costumam ser apenas algumas gotas debaixo da língua. As crianças são as mais beneficiadas porque além da forma líquida (com álcool) também existe a forma dos remédios em glóbulos de açúcar que elas aceitam facilmente. As alergias dos pequeninos, por exemplo, são tratadas de forma simples e com resultados imediatos.

Hoje a Homeopatia é ensinada a preços acessíveis até mesmo em universidades federais, nos cursos de Medicina alopática, como é o caso da UFSJ - Universidade Federal de São João Del Rey (campus Divinópolis-MG). Para fazer este curso e se formar terapeuta homeopata não é necessário ser médico alopata. O curso todo tem a duração de quatro anos, mas se o objetivo for apenas o conhecimento pessoal podem-se fazer somente os módulos iniciais, o que é muito recomendado a todos.




segunda-feira, 5 de agosto de 2013

A Religião do Futuro

Quando se fala em religião estamos habituados a buscar informações para que possamos entender na base das comparações. Então é comum querermos saber qual é o livro sagrado dela, quem é seu líder máximo, se é cristã, como ela chama seu Deus e como Ele é descrito. Outras curiosidades adicionais são acerca de como são os rituais e as práticas religiosas, se ela é monoteísta ou não, se acredita em reencarnação, se é “nova” ou antiga, etc.
Nos acostumamos a pensar nas religiões assim da mesma forma como nossa sociedade é dividida, com suas categorias sociais e econômicas. Existem três grandes ramos religiosos que são o cristianismo, o islamismo e hinduísmo. Consta que o cristianismo tem cerca de 2,21 bilhões de adeptos, o islamismo cerca de 1,63 bilhão e o hinduísmo 1,05 milhões. É interessante destacar que o número aproximado de ateus ou não religiosos é de 1,63 bilhões de pessoas, e o budismo tem cerca de 500 milhões de adeptos.
Mas, sabemos que o futuro de nossa sociedade será diferente considerando-se a atualidade. Este fato também será uma realidade quanto à espiritualidade, principalmente pelo fato de que a sociedade do futuro considerará a espiritualidade em todos os seus ramos de atividade, mais do que isso, será a consciência espiritual que guiará os destinos das pessoas, empresas, países e toda a humanidade.
Se hoje temos perseguições, lutas e confrontos por causa das religiões, se ontem tivemos guerras e carnificinas por diferenças religiosas, isso fará parte do passado triste da humanidade. A espiritualidade do futuro, como já é possível se divisar, será de harmonia, de ecumenismo, de união, compreensão e cooperação.



É possível que em respeito aos costumes, tradições, hábitos e práticas centenárias das variadas religiões, a religião do futuro se apresente de formas um pouco diferentes, adaptadas àquelas outras mais antigas. Mas, uma coisa é certa, se “na ponta” da história passada ela irá respeitar as origens, na “outra ponta” ela irá focar as Leis Cósmicas Universais por serem elas eternas, imutáveis e isentas de erros, equívocos e também não foram concebidas ou interpretadas pelo homem que é falível e imperfeito. A observação da ação destas Leis Universais na Criação, tal como é sugerida no Zen Budismo e diversas parábolas dos mestres, será uma forma para se “aferir” constantemente o nosso conhecimento e alinhamento com elas. O “livro da lei” será a própria Criação.
As Leis Cósmicas Universais podem ser estudadas, compreendidas e vividas didaticamente de uma, três, sete e doze formas principais, da mesma forma que estão distribuídas as letras hebraicas e os elementos astrológicos. A Cabala é uma boa forma de se estudar e conhecer estas Leis, mas a Astrologia nos fornece este conhecimento de forma muito mais acessível, clara, objetiva e prática. Mas, não se trata da Astrologia de “previsão do futuro”, do sensacionalismo e da falta de profundidade. Neste caso, trata-se da Astrologia que nos foi ensinada pelos guias espirituais de outrora, daqueles que vieram dos céus para instruir a humanidade desde os tempos primitivos até os dias de hoje, daquela Astrologia ensinada à Gilgamesh, aos egípcios e outros povos antigos.
Estamos falando da Astrologia iniciática, verdadeiramente esotérica, aquela que reflete as verdades cósmicas desde sua origem na Fonte Divina até a matéria mais densa. Falamos da Astrologia que nos ensina as Leis que regem a existência em todos os planos da Criação, Leis que são extremamente justas, corretas e irreparáveis porque são Perfeitas por serem a Vontade do Senhor.
A religião do futuro será total e absolutamente isenta de dogmas, doutrinas, preconceitos, proibições e julgamentos. Ela será voltada para o respeito ao livre-arbítrio, à orientação sobre a realidade das Leis Cósmicas em todos os planos e níveis e também sobre as conseqüências de não as seguir. Será uma religião de adultos, que respeita a inteligência e a natureza dos indivíduos. Não existirá mais intermediários divinizados, o que existirá serão professores orientadores apenas. O conceito de “pecado” será abolido porque é um equívoco que a humanidade criou. Também deixarão de ser apregoados os conceitos equivocados acerca do diabo, do inferno, do mal, das facilidades do Paraíso, das beneces do bem, da suposta “bondade” de Deus.
A religião do futuro será norteada pela luminosa e radiante Verdade Universal. A moral cederá espaço para a ética; a prática religiosa se estenderá para nossos lares, locais de trabalho, lazer e de convívio social. A vida, o trabalho, a mensagem e a obra de todos os grandes avatares (mestres espirituais) da história da humanidade serão reverenciados e servirão de referência. O que importará não será o conhecimento teórico desta religião, mas sim sua prática e isso ficará evidente na harmonia ou não da pessoa com a natureza, com a sociedade e com o cosmos. Esta religião do futuro na verdade não será uma nova religião, mas sim a humanidade adotará a religião eterna que é o verdadeiro caminho de religar o homem à sua Origem, o caminho de resgate da divindade humana perdida e do seu convívio harmônico com a Confederação dos Mundos. Esta religião caminhará rumo à ciência e a ciência caminhará rumo a esta religião, pois a verdade, a lógica, a ética, o respeito e a harmonia as reunirão. A Religião e a Ciência serão uma só, um só conhecimento e uma vida estelar.


quinta-feira, 25 de julho de 2013

A Sociedade do Futuro

Esotericamente existem quatro ciclos básicos chamados de Eras: Era de Ouro, quando se inicia um período glorioso e fervilham as novas e melhores idéias e conceitos; Era de Prata, já com realizações ou planejamento para cristalização ou formatação das idéias luminosas anteriores; Era de Cobre, quando então a humanidade desfruta plenamente o que de melhor este ciclo de Eras pode oferecer; e, finalmente, a Era de Ferro, quando a humanidade passa a desejar um novo início mais radiante, mais livre, mais justo, mais espiritualizado ainda do que aquele que finda. O final de um ciclo apesar de parecer problemático significa o máximo e melhor que a humanidade conseguiu conceber e realizar e, ainda, prepara o surgimento de um novo ciclo ainda melhor.



A Política futura será conduzida por pessoas com maior nível de consciência, pessoas que assumirão o compromisso espiritual de administrar rumo à evolução e harmonia. Os futuros governantes serão abnegados, dispostos a doar suas vidas pessoais pelo bem comum, ouvindo realmente as necessidades da população. A hierarquia sempre existirá para o bem da organização e distribuição de responsabilidades, mas não será empecilho para a participação popular que será incentivada utilizando-se tecnologia.

A Sociedade do futuro se pautará pela ética.  Os valores sociais caminharão por verdades eternas e comuns a todos os humanos de todos os tempos e todos os lugares. As classes sociais serão distintas por nível de consciência e qualidade de colaboração social. A Cidadania será a bandeira que irá pairar sobre a sociedade, norteando as ações cotidianas mais simples. O altruísmo e o amor fraternal serão uma realidade constante nas relações e realizações sociais.

Na Economia a principal moeda será o bem que se pode fazer aos outros, a alegria proporcionada aos demais, a harmonia que uma ação poderá gerar, o benefício que se pode oferecer. As trocas não serão de dinheiro e bens, mas sim de facilidades, alegrias, prazer, satisfação, simpatia, gentileza, harmonia, saúde. As pessoas terão os bens que necessitarem para viver em paz, nem mais, nem menos. Cada um cuidará que nada falte aos demais.

O Trabalho do futuro visará o bem estar coletivo e o cumprimento do sentido de vida de cada pessoa, a contribuição que cada um deve dar para a sociedade. O que norteará as ações será a missão de cada pessoa para com a sociedade, para com seus semelhantes.

No futuro o ser humano terá certeza que também é um componente da Natureza e que toda ação física no planeta tem conseqüências que devem ser consideradas e direcionadas para a manutenção da vida. Haverá um maior nível de consciência quanto ao consumo de bens industriais, exploração de riquezas naturais, produção e destinação de resíduos, trato com os animais, preservação do meio-ambiente e uso de energias alternativas e ecológicas. A vida em sociedade contemplará maior integração com a natureza. O homem passará a perceber o alimento como promotor de sua saúde e a natureza como fonte de recursos para se recobrar a harmonia orgânica e psíquica.


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quarta-feira, 17 de julho de 2013

O Amor como fonte do Mal

O amor é pregado por todas as religiões de todos os tempos, mas a humanidade insensata o tornou fonte do mal. Sabe-se que o bem e o mal não existem, assim como não existe um “deus” bonzinho e um “diabo” malzinho, os dois são lados de uma mesma moeda criada pelo homem e não uma verdade cósmica.

Quando se fala em amor só se pensa em atos e feitos agradáveis e benéficos. Mas, já vimos nos noticiários manchetes afirmando que ex-marido matou por amor, matou por ciúmes, ou então que tal religião matou pagão por amor a seu deus, ou, ainda, que tal torcedor matou ou maltratou outro por amor ao seu time preferido.

Nossa sociedade confundiu o amor com a posse e até mesmo com a noção de absolutismo, de que aquilo que “amamos” é a única verdade justa e todos devem forçosamente aceitá-la. Assim surgiram guerras, perseguições, anátemas, tribunais de exceção, execuções, etc.

É Vênus que rege a beleza, a alegria, as festas, o prazer, a mulher, o dinheiro, a satisfação e o conforto. A estrela Vênus era venerada na Antiga Mesopotâmia como Astarte, Lilith ou Ísis. Era a deusa maior inclusive para os egípcios que lhe construíram pirâmides como culto e reverência. 

O desejo de posse humano não assumido transferiu para a figura da mulher, do prazer e do dinheiro a “culpa” por assassinatos, maltratos, perseguições, etc. Desta forma a mulher passou a ser a “culpada” pelo chamado “pecado original”, foi tida e morta como bruxa. Afinal, a mulher concentra em si o que há de mais significativo em termos de Vênus: beleza, alegria, prazer e festividade.



A humanidade patriarcal machista vergonhosamente transformou a venusiana Lilith (ou Astarte, Ísis, Inanna, Ishtar, Madalena), deusa da alegria, das manifestações e representações do amor, em um terrível demônio. Por absoluta falta de hombridade, sinceridade consigo mesma, a humanidade convenientemente transferiu a responsabilidade de seu desejo de posse para os símbolos deste desejo. Foi uma atitude imatura, pensou-se que negando e perseguindo o desejado se extinguia o real problema que é o desejo de posse em si.

O desejo de posse esconde o equívoco de eternização, de buscar manter eternamente o prazer e as chamadas “coisas boas” da vida. O grande erro e fonte de muitos sofrimentos é a falta de compreensão e de maturidade quanto à realidade de constante movimento da vida e dos fatos. Por mais que gostemos do dia a noite é necessária para o devido descanso e revitalização, por mais que gostemos das férias o trabalho é essencial para nosso convívio social, por mais que gostemos do doce o salgado é essencial para nossa saúde, por mais que gostemos do verão é necessário que ocorram as demais estações para a manutenção da vida no planeta, por mais machões que os homens sejam eles precisam ter também um pouco do hormônio feminino em seu metabolismo.

Tudo está em constante movimento, tudo está vivo e é mutável. Não existe algo que seja fixo, morto, imutável, seguro, definitivo. A Criação está em constante desenvolvimento e evolução. Resistir às mudanças é sofrer e fazer outras pessoas sofrerem.


É importante não transferirmos para outros o medo que temos de nossas fraquezas e corrigir de vez o grande erro que foi perpetuado contra as mulheres, contra o prazer, contra o amor, contra Vênus, contra Lilith. 

quinta-feira, 11 de julho de 2013

A Roda das Emoções e o centro da harmonia

A emoção é algo típico de qualquer ser vivo, mesmo os tidos como não inteligentes. Elas são os estados psíquicos que apresentamos diariamente. Alegria, raiva, tristeza, e frieza são emoções. Devem ser distinguidas dos sentimentos. Sentimentos são estados psíquicos perenes, constantes, que não variam. O amor, a amizade, o ódio ou a melancolia, por exemplo, são sentimentos. Independentemente de você estar alegre ou triste com a pessoa amada, o amor sempre está lá, como “pano de fundo”. O mesmo acontece com a amizade. O ódio é imune a qualquer estímulo positivo, harmônico, ou positivamente afetivo. A diferença entre emoção e sentimento é semelhante à que existe entre moral e ética.
Mas, as emoções jogam nossas almas para cima, para baixo ou para os lados constantemente. Elas não se sustentam ou permanecem por muito tempo. Por isso a alegria é passageira, assim como sua irmã a tristeza. As emoções oscilam, pois esta é sua natureza. Os picos emocionais obrigatoriamente se alternam. É a chamada Lei do Pêndulo conhecida no Hermetismo.
Estas mesmas emoções é que nos ligam à chamada Roda de Sansara, ou Roda das Reencarnações. As reencarnações existem justamente para que aprendamos, para que com as diversas experiências de vida vivamos posições opostas de uma mesma situação e assim possamos compreender a verdade que existe além dos extremos.



Um grande mestre ensinou que devemos ser como a roda da bicicleta que apesar dos pneus estarem em grande movimento seu centro permanece sempre sereno e com um movimento muito menos agitado. Ou seja, ele ensina que não devemos nos deixar levar pela agitação das emoções, mas sim nos centrar no sentimento equilibrante. É importante perceber que devemos sim ter as emoções, pois são elas que nos propiciam os ensinamentos tão essenciais para a evolução de nossas almas. O que não pode ocorrer é deixarmos as emoções determinar nossas ações, julgamentos e conduta.
Quando ocorre a direção de nossas vidas pelas nossas emoções o ciclo de reencarnação permanece inalterado, as experiências voltam e voltam a acontecer até que se perceba a verdade além dos extremos, aquela que nos fala da verdade e da sabedoria da situação em si, independentemente de se ser agente ou sujeito.
É exatamente a compreensão desta verdade ou sabedoria que existe por trás das emoções que nos proporciona luz, consciência. É desta forma que a pessoa vai despertando a consciência lentamente, paulatinamente, experiência por experiência, descobrindo pequenas parcelas de verdade ocultas em suas vivências mais simples e corriqueiras da vida. É assim que também pouco a pouco a pessoa vai se livrando da necessidade da recorrência e com isso da chamada Roda de Sansara ou dos renascimentos.
Uma representação romanceada deste ensinamento é encontrada na renomada obra de Gabriel García Marques intitulada “Cem Anos de Solidão”, considerada a segunda maior obra da literatura latinoamericana, ficando atrás somente de Don Quixote. Outra representação deste importante ensinamento pode ver encontrada no filme “E a Vida Continua”. Estas representações não contém todo o ensinamento em si, mas caminham dentro do tema e ilustram parcialmente o que devemos compreender sobre a razão da vida, dos renascimentos e dos relacionamentos de paixão é ódio.


quarta-feira, 3 de julho de 2013

O “não” não existe!

O “não” não existe!

É claro que o “não existe”, você acaba de escrevê-lo!, afirmaria qualquer leitor.
Quanto mais resumido o título de uma matéria melhor, mas isso muitas vezes prejudica a comunicação perfeita. O que tentamos dizer é que no universo, tanto físico quanto espiritual, só existe a afirmação, o “sim”. Afirmar que o “não” não existe, ou seja, negar a negativa, é afirmar que só existe o sim.
Não existe um ser oposto a Deus, não existe o zero grau kelvin, não existe uma fonte de frio ou uma fonte de trevas. Até mesmo a mais cética ciência acadêmica só trabalha com afirmações, nela não existe afirmação de que algo não existe (no máximo ela afirmará que o resultado de sua pesquisa não obteve provas da existência de algo, mas jamais poderá afirmar que este algo não existe).
A negação é uma criação humana recente na história. Até mesmo o número zero não existia inicialmente, ele foi “inventado” pelos indianos por volta do ano 200 a.C., mas só foi incluído na Matemática humana há 1.300 anos. Para se ter uma idéia, o número zero só começou a ser utilizado na Europa na Idade Média, quando aquele continente era considerado “o centro do mundo civilizado”.
Esotericamente sabe-se que o universo é afirmativo, positivo e que vibra somente pelo amor, pela verdade e pela justiça. Desta forma, algo criado pelo homem precisa de muita força concentrada para existir e mais força para que se mantenha assim. Ou seja, uma negativa é algo que não é sustentável por si mesma e exige grande esforço, concentração e energia de algum ou alguns humanos para que nasça e se mantenha “viva”. Sendo assim, quem cria e mantém uma negação perde tempo, energia e esforço para sustentar algo que não tem futuro.
A pessoa sábia compreende então que é muito melhor dedicar sua vida com afirmações, apoiando, incentivando e assumindo afirmativas, jamais se envolvendo com negativas. Esta é uma forma simples de começar a se alinhar com as Leis Universais presentes em nossas vidas práticas.
De que adianta lutar contra algo ou alguém? O que se ganha destruindo uma pessoa ou um trabalho? É muito mais construtivo, esperto e vantajoso unir forças a favor de algo ou alguém, pois assim se está construindo algo e não destruindo algo para então depois tentar construir algo. Fora o fato de que é muito difícil se trocar algo por nada.
Acreditar e investir na negação é o caminho da frustração, da desarmonia, do desamor, do sofrimento e do isolamento. A afirmação e o amor une as pessoas magneticamente, como uma verdadeira “cola” ou “cimento”, ao passo que com suas ausências as coisas e pessoas não têm “liga”, se fragmentam facilmente, desmoronando estruturas que podem ter custado muito tempo, esforço e energia de muitos.




Por isso o ideal é não se posicionar contra nada nem ninguém na vida, pelo contrário, abraçar causas positivas, que contribuam para o bem geral e nelas focar esforços, tempo e energia, somando contribuições. Quando um ideal é nobre fica mais fácil conseguir apoios e a manutenção do mesmo. Mas, deve-se lembrar que nada “cai do céu”, tudo na vida exige empenho. Então, para se atingir o objetivo com nossos esforços são necessários o devido conhecimento profundo sobre o assunto ou questão e um planejamento adequado, realizado com calma, paciência, método e disciplina. Assim se garante o sucesso de algo na vida.


Qual a diferença entre Tarot e Astrologia?

  Qual a diferença entre Tarot e Astrologia?   Com mais de 40 anos de exercício profissional, percebi que é comum as pessoas não saberem...