quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Visão astrológica da missa católica


Um dos rituais mais completos e homogêneos é a missa cristã. Esotericamente assim é porque ela reflete as sete etapas ou fases da Criação, que, por sua vez, fazem-se presentes na primeira oração que é o "Pai Nosso".

Canto de Entrada

No Gênese ("Princípio" em latim, Bereshith em hebraico) encontramos a descrição da Criação da Vida por Deus: 1 No princípio criou Deus os céus e a terra./ 2 A terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo, mas o Espírito de Deus pairava sobre a face das águas./ 3 Disse Deus: haja luz. E houve luz./ 4 Viu Deus que a luz era boa; e fez separação entre a luz e as trevas./ 5 E Deus chamou à luz dia, e às trevas noite. E foi a tarde e a manhã, o dia primeiro.
A Missa se inicia com o Canto de Entrada, o princípio do ritual, sua preparação em termos emocionais e devocionais. Na oração do "Pai Nosso" refere-se à súplica "Santificado seja o Vosso nome". Astrologicamente, esta etapa está relacionada com a Lua que rege o começo da vida, a gestação, o parto e as emoções da mãe, bem como da família como um todo. Maçonicamente iniciamos a reunião, abrimos a Bíblia e rememoramos.
O sacramento do Batismo é o primeiro a ser ministrado na vida da pessoa.

Ato de Penitência

E disse Deus: haja um firmamento no meio das águas, e haja separação entre águas e águas./ 7 Fez, pois, Deus o firmamento, e separou as águas que estavam debaixo do firmamento das que estavam por cima do firmamento. E assim foi./ 8 Chamou Deus ao firmamento céu. E foi a tarde e a manhã, o dia segundo.
Em seguida, na missa, temos o Ato de Penitência, quando são feitos os pedidos. A súplica da oração é "Venha a nós o Vosso Reino". Mercúrio rege esta etapa pois é aquele que comunica, que estabelece um canal de comunicação entre dos dois mundos (material e espiritual, pessoal e coletivo, visível e invisível). Nas reuniões lemos as comunicações, realizamos propostas e fornecemos informações.
A Confirmação (crisma) é o segundo sacramento a ser ministrado à pessoa.

Leituras

E disse Deus: Ajuntem-se num só lugar as águas que estão debaixo do céu, e apareça o elemento seco. E assim foi./ 10 Chamou Deus ao elemento seco terra, e ao ajuntamento das águas mares. E viu Deus que isso era bom./ 11 E disse Deus: Produza a terra relva, ervas que dêem semente, e árvores frutíferas que, segundo as suas espécies, dêem fruto que tenha em si a sua semente, sobre a terra. E assim foi./ 12 A terra, pois, produziu relva, ervas que davam semente segundo as suas espécies, e árvores que davam fruto que tinha em si a sua semente, segundo as suas espécies. E viu Deus que isso era bom./ 13 E foi a tarde e a manhã, o dia terceiro.
Após a Penitência, temos as Leituras, da Bíblia, na missa. É o momento de nos apegarmos aos desígnios divinos, tê-los como referência e rumo para benefício de nossas vidas e crescimento espiritual. A súplica referente a este passo é "Seja feita a Vossa Vontade, assim na Terra como no Céu". Vênus é quem rege esta etapa pois é aquele que une em harmonia e prazer para benefício de ambos. É o astro que indica saciedade de nossas necessidades e que traz paz às nossas vidas. Na Maçonaria cumprimos com a programação iniciática previamente estabelecida pela diretoria da Loja.
O sacramento do Matrimônio une no amor os seres humanos, sob as bênçãos de Deus.

Preparação das Ofertas

E disse Deus: haja luminares no firmamento do céu, para fazerem separação entre o dia e a noite; sejam eles para sinais e para estações, e para dias e anos;/ 15 e sirvam de luminares no firmamento do céu, para alumiar a terra. E assim foi./ 16 Deus, pois, fez os dois grandes luminares: o luminar maior para governar o dia, e o luminar menor para governar a noite; fez também as estrelas./ 17 E Deus os pôs no firmamento do céu para alumiar a terra,/ 18 para governar o dia e a noite, e para fazer separação entre a luz e as trevas. E viu Deus que isso era bom./ 19 E foi a tarde e a manhã, o dia quarto.
É o momento de entrega, doação, da Preparação das Ofertas na missa, quando damos de nós a Deus Pai Criador. Aqui, nos vemos todos como filhos do Pai e irmãos em espírito. Como imagem e semelhança ao Pai, repetimos seu ato de nutrir a vida e a esperança com atos abnegados de altruísmo e de consciência social. Na oração do Pai Nosso, a súplica "O pão nosso de cada dia nos daí hoje" refere-se ao nosso reconhecimento de nossa dependência quanto ao alimento do espírito que é a luz superior, da verdade e da justiça. Astrologicamente o Sol, símbolo principal da luz, é que empresta sua simbologia a este momento. É ele que indica a vida que nunca se extingue e que nutre a toda a Criação. Em nossas reuniões é o momento dos estudos e da beneficência.
O sacramento de entrega e de ser alimentado pelo Pai é a Eucaristia.

Consagração

E disse Deus: Produzam as águas cardumes de seres viventes; e voem as aves acima da terra no firmamento do céu./ 21 Criou, pois, Deus os monstros marinhos, e todos os seres viventes que se arrastavam, os quais as águas produziram abundantemente segundo as suas espécies; e toda ave que voa, segundo a sua espécie. E viu Deus que isso era bom./ 22 Então Deus os abençoou, dizendo: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei as águas dos mares; e multipliquem-se as aves sobre a terra./ 23 E foi a tarde e a manhã, o dia quinto.
Chegamos à Consagração, à Oração Eucarística, quando manifestamos individualmente nossas verdadeiras vontades de elevação e crescimento espiritual. No "Pai Nosso", temos a súplica "Perdoai as nossas ofensas assim como perdoamos a quem nos tem ofendido". Marte é o astro da expressão franca e individual, da coragem e da manifestação do espírito particular (a chama de Luz que cada um de nós traz em seu âmago). Ele incita aos atos de testemunho e de altruísmo (Marte rege Áries, "o cordeiro de Deus"). Em Loja é a oportunidade de falarmos em prol da Ordem e dos irmãos do quadro.
A Penitência é o sacramento em que manifestamos nossa determinação no caminho da evolução espiritual.

Comunhão

E disse Deus: Produza a terra seres viventes segundo as suas espécies: animais domésticos, répteis, e animais selvagens segundo as suas espécies. E assim foi./ 25 Deus, pois, fez os animais selvagens segundo as suas espécies, e os animais domésticos segundo as suas espécies, e todos os répteis da terra segundo as suas espécies. E viu Deus que isso era bom./ 26 E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; domine ele sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os animais domésticos, e sobre toda a terra, e sobre todo réptil que se arrasta sobre a terra./ 27 Criou, pois, Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou./ 28 Então Deus os abençoou e lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos; enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todos os animais que se arrastam sobre a terra./ 29 Disse-lhes mais: Eis que vos tenho dado todas as ervas que produzem semente, as quais se acham sobre a face de toda a terra, bem como todas as árvores em que há fruto que dê semente; ser-vos-ão para mantimento./ 30 E a todos os animais da terra, a todas as aves do céu e a todo ser vivente que se arrasta sobre a terra, tenho dado todas as ervas verdes como mantimento. E assim foi./ 31 E viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom. E foi a tarde e a manhã, o dia sexto.
Na missa é o momento do Canto de Comunhão, quando buscamos nos unir como verdadeiros irmãos e todos sob a proteção e iluminação do Altíssimo. "Não nos deixeis cair em tentação" suplicamos na oração do "Pai Nosso" por uma orientação superior cuja sabedoria deve inundar nossas almas em benefício de nossa evolução e seguro caminhar na senda espiritual. A regência desta etapa é de Júpiter, o sábio, próspero, feliz e fraterno astro. Ele simboliza toda a elevação e as melhores vibrações que pode haver na alma, aproximando-a assim à Luz do Espírito. Na Maçonaria os irmãos se unem fraternalmente perpetuando as elevadas vibrações da reunião.
A Ordenação é o sacramento no qual o homem assume a responsabilidade e o compromisso de orientar e proteger seus irmãos espirituais, tornando-se um representante de Deus na face da Terra.
Os dias da Criação na Bíblia são 6 (consta que no sétimo dia Deus "descansou"). Isto porque Bereshith, literalmente, quer dizer "Ele (Deus) criou o seis". Mas, que seis? As seis dimensões da Criação (acima, abaixo, à direita, à esquerda, à frente e atrás), do cubo. As seis pontas da estrela de Salomão, os seis orifícios pares do rosto (narinas, ouvidos e olhos).

Encerramento

Mas, existe a sétima direção e dimensão: a do interior, do coração, do âmago, da boca que cala. Esta é a dimensão ou direção do segredo, da Verdade que Foi, É e Será, da eternidade, do limite do Criado, que foi de onde surgiu a vida (Alfa) e para onde se encaminha naturalmente (Omega).
Assim, é o encerramento cerimonial que se faz necessário para que se perpetue lacrado no interior dos fiéis caminhantes da Luz os eflúvios espirituais emanados durante a missa ou reunião. É quando no "Pai Nosso" encerramos suplicando "Livrai-nos do mal". O astro Saturno é o regente do final das coisas, do silêncio e da eternidade.
O sacramento relacionado a esta etapa final é a (Extrema) Unção dos Enfermos.

O Som do Silêncio


“Olá escuridão, minha velha amiga, eu vim aqui para conversar contigo de novo”, começa uma música antiga de Paul Simon e Garfunkel.

O silêncio é o segredo escondido no ritmo do som e da música. É ele que dá sentido a uma melodia. Sem o silêncio não existiria música.
No Zen Budismo, aprendemos que a razão das coisas está exatamente naquilo que é a não ação. Quando a grande maioria das pessoas crê que o importante é o que aparece, o que se faz, o que é tangível, na verdade o segredo está exatamente naquilo que não se faz, naquilo que não é aparente, naquilo que não é tangível e que está escondido pelas aparências. São os mestres Zen que nos ensinam isto.
A importância de um copo, por exemplo, não está em sua matéria, ou seja, no copo em si; mas sim no vazio que ele contém ou delimita. Na verdade, a utilidade de um copo não se mede por ser ele de prata, cristal, ouro ou de qualquer outro material, mas sim pelo conteúdo líquido que ele pode comportar em seu interior vazio.
Ah! O vazio! A escuridão, a ausência de manifestação. O silêncio que para uns é sepulcral e para outros é divino.
Um mestre disse que uma vez invocou teurgicamente à Minerva, a deusa mitológica da Sabedoria. Quando ela se manifestou o fez calada e assim se manteve o tempo todo. A maior lição que este mestre aprendeu, segundo ele mesmo, foi que “O silêncio é a eloquência da sabedoria”.
O silêncio é feminino, passivo, vazio, vago, indefinido e misterioso. Dizem que o verdadeiro mestre espiritual está sempre pronto a ouvir, a aprender, a deixar que outras pessoas lhe ensinem, lhe digam as coisas. Ele ouve, aprende, absorve, cresce e se cala. Ele não tem porque provar nada a ninguém, não tem porque querer converter os outros, nem discutir. Assim, ele sempre está um passo a frente das outras pessoas.
Assim, aprendemos que “a palavra é de prata, mas o silêncio é de ouro”.
O êxtase espiritual é silencioso, interior. Poucas pessoas conseguem administrar bem o silêncio e a solidão em suas vidas. A Grande Fraternidade Cósmica Universal das Estrelas (luzes) habita o vácuo, o infinito de silêncio. Lá executam a chamada “sinfonia das esferas” sem, contudo, emitir qualquer som. “Aquele que tem ouvidos que ouça” já disse o Mestre Yeoshua.
Na sagrada Cabala, existem quatro níveis de interpretação das coisas criadas. Estes níveis vão desde o literal e óbvio até o nível mais elevado, reservado aos mestres que é o “Sod”, ou seja, do segredo. Neste nível reina o silêncio. É o nível do esoterismo puro, profundo e transcendente de tudo que existe, é o Divino latente na Criação. É a perfeição pulsante no coração da Criatura.
Em Astrologia Saturno e Plutão são planetas de silêncio, profundidade, eternidade e elevada espiritualidade. São planetas que nos trazem referência do que pode existir de mais elevado e transcendental na vida espiritual. São os símbolos da mais alta hierarquia, da existência de seres que são verdadeiras colunas a sustentar toda a Criação e a cumprir os Desígnios de Deus. São astros do silêncio, da vontade de Deus, da grande Lei que rege o Cosmos, desta Lei que emerge do Kaos, das trevas, das origens da Criação, do Imanifesto, da Suprema Perfeição. Se o silêncio é a alma da música, a sombra, ou escuridão, é a glória da arte da fotografia e da pintura.
Quanto mais uma pessoa sabe, quanto mais uma pessoa se aprimora, quanto mais uma pessoa evolui ela vai se destacando do conjunto homogêneo da humanidade. Assim, tanto ela se eleva acima de seus antigos companheiros de caminhada pela vida, como também acaba por assumir grandes responsabilidades por causa disto. Pois ela se torna mais competente para gerir, orientar, compreender e estimular os seus, devido à sua visão mais ampla, completa e profunda das coisas da vida.
Por outro lado, esta pessoa evoluída, quanto mais caminha rumo à perfeição, mais está se destinando à solidão, pois raros serão aqueles que estarão em seu mesmo nível de compreensão e vivência.
No universo, é rara a ocorrência de estrelas duplas. O normal é termos uma estrela a iluminar, aquecer e dar vida à um grupo de planetas. Uma estrela é um Sol. Se desejamos nos tornar um dia um Sol, uma estrela, nos iluminarmos, nos aproximarmos da Verdade, é melhor nos prepararmos para o silêncio, para a solidão e para vivermos no vazio.
Somente estando vazios, ocos de nossa personalidade, em silêncio interior, é que poderemos ser realmente úteis ao Criador. Só assim poderemos conter no côncavo de nossas almas, a Luz da Verdade, da Justiça, da Beleza e do Poder do GADU.
Saturno e Plutão, em Astrologia, regem a cor negra, não como algo ruim, mas sim como ausência, como segredo, como mistério, como profundidade. Eles delimitam os horizontes da Criatura, até onde ela pode chegar em seu esforço máximo de elevação e transcendência. É sabido que a cor negra absorve totalmente a luz, não a reflete.
Normalmente tendemos a fugir da solidão, do silêncio, da responsabilidade; damos preferência aos reflexos ilusórios, ao brilho, à aprovação da multidão, ao ruído das massas e à busca de satisfações, facilidades e alegrias. Agindo assim, tomamos o caminho inverso aquele indicado pelo Criador e por seus segredos a nós revelados.

Defesa espiritual


No artigo anterior abordamos a questão do “falar com Deus”, mas e se precisamos do contrário, ou seja, fugir do diabo?
Bom, já vimos aqui que não existe um ser contrário a Deus, se assim fosse Deus não seria então Onipotente, Onipresente e Onisciente e, além disso, haveria dois Deus. Não é mesmo?
Mas considerando as energias ou seres de baixa vibração ou nível de consciência. Algumas pessoas podem orar para os anjos e seres de elevadas hierarquias espirituais com este intuito, buscando proteção. O “anjo” mais procurado para estes assuntos é o Arcanjo Miguel, aquele que tem uma espada flamígera (de fogo) e que guarda a entrada do Paraíso.
Miguel ou Michael é o anjo relacionado com o planeta Sol, que por sua vez é o astro do amor, da saúde, do sucesso, da realização, do êxito, do destaque.
É claro que podemos buscar fora de nós uma proteção, mas este é um procedimento temporário, passageiro e arriscado. O ideal é que busquemos dentro de nós mesmos a proteção necessária. E, então, onde e como procurar esta proteção?
Bem, é só seguirmos o caminho da simbologia astrológica e divina. Ou seja, buscar em nós e em nossa vida significantes solares. Não é sabido que a luz afasta ou mesmo vence as trevas? Então, a luz vem do Sol! Da mesma forma, o amor é a maior força que existe no universo, contra ele nada nem ninguém pode. Outros significantes solares são a justiça, a verdade, a lealdade, a gentileza e a magnanimidade. Ou seja, comportamentos positivos, sentimentos elevados e pensamentos que acompanhem estas posturas compõem um verdadeiro escudo contra tudo e todos que possam nos afetar negativamente.
O mal ou pessoas maldosas sempre haverão de existir, mas se nós somos ou não afetados por eles é uma questão pessoal nossa. Somente podemos sofrer suas ações se existirem brechas em nosso universo psíquico para que possam entrar em nossas almas. Assim, devemos “fechar as portas” para a maldade. De que forma? Ora, procurando se ocupar de assuntos e atividades positivas, elevadas, nobres. Isso fortalecerá nossa tolerância facilitando que não nos afetemos com a injustiça, com a deslealdade ou o erro alheio. Por outro lado, irradiando energias positivas tendemos a nos “sintonizar” com coisas e pessoas também positivas. O contrário também é verdadeiro.
Ou seja, não é assistindo aqueles programas de televisão que só falam de violência, maldades, injustiças, acidentes ou coisas do gênero que estaremos garantindo nossa proteção espiritual. Pelo contrário, estamos atraindo para nós este mesmo tipo de coisa.
É claro que ninguém é perfeito e que oscilamos diariamente o nível de nossa consciência. Desta forma, em alguns momentos do dia podemos estar mais abertos às falhas do que em outros. Mas, podemos nos preparar para “”enfrentar” situações, pessoas ou locais mais críticos. Assim não seremos pegos de surpresa. O pior de uma situação nefasta talvez não seja só ela em si, mas sim suas consequências, suas repercussões. Porque na hora a pessoa geralmente age emocionalmente, mas depois o impulso emocional já passou e ela então vai pensar e chegar à conclusão que fez coisa errada, deixou-se levar por instintos primitivos ou emoções egoístas.
Talvez a mensagem mais importante sobre proteção espiritual seja: procure não depender de terceiros para sua proteção, seja um representante de Deus, seja um talismã, seja uma oração ou mesmo um ser espiritual. Assuma a responsabilidade de você mesmo irradiar luz e assim afastar de si as trevas. Não seja um “pedinte” espiritual que fica implorando uma ajuda divina. Dirija-se a Deus e aos anjos para agradecer sua vida, sua saúde, seu emprego, suas amizades, sua família. Agradeça a Deus o milagre da sua vida e não peça para que o aliviem de suas mazelas. Deus lhe deu a vida e agora, o que você fará dela?
Como um bom Pai, Deus não nos dá o peixe, mas nos ensina a pescar.
Vale lembrar aquele ditado popular muito válido e aplicável para esta reflexão:
Eu pedi Força...e Deus me deu Dificuldades para me fazer forte.
Eu pedi Sabedoria...e Deus me deu Problemas para resolver.
Eu pedi Prosperidade...e Deus me deu Cérebro e Músculos para trabalhar.
Eu pedi Coragem... e Deus me deu Perigo para superar.
Eu pedi Amor... e Deus me deu pessoas com Problemas para ajudar.
Eu pedi Favores... e Deus me deu Oportunidades.
Eu não recebi nada do que pedi... Mas eu recebi tudo de que precisava.

Se eu quiser falar com Deus ...


Conforme já se sabe, se quisermos alçar voos mais altos no plano da espiritualidade precisamos primeiro “dominar” os quatro elementos da natureza. Se não dominarmos nossas emoções e sensações a ponto de poder ficar dentro de uma caverna, nadar em um rio, ficar em uma varanda de um apartamento do décimo andar e manter o controle em uma situação de violência não adianta querer falar de anjos. A harmonia com os quatro elementos é o básico a ser conquistado inicialmente, antes de dar sequência no caminho espiritual. Se não formos capazes de nos controlar ante a força e ao poder dos elementos da natureza como podemos acreditar que temos o direito e o mérito de dialogar com os anjos ou até mesmo com Deus?
O mundo espiritual apresenta certa hierarquia que parte de Deus Imanifesto, passa pelos Anjos e chega até os elementos da natureza. Esta hierarquia, composta pelos seres espirituais geralmente chamados de “anjos” tem diferentes regências, caso contrário não seria necessário a existência de que fossem mais que um. À semelhança de um governo que tem lá seus ministérios ou secretarias, o mundo espiritual também tem seres especiais para assuntos definidos.
Além das hierarquias, os assuntos também são “distribuídos” ou regidos pelos chamados Arcanjos, mais próximos de nós e, portanto, mais acessíveis para aqueles que têm mérito e conhecimento para tal.
Para “falar com Deus” precisa-se conhecer esta hierarquia e seguir o devido protocolo. Mas, de certa forma, se a pessoa consegue “falar”, ou que sua oração chegue até lá, com um Arcanjo ela já está “falando” com Deus, pelo menos na Emanação Dele relativa ao assunto em questão. Ou seja, não precisa querer “falar com o ômi”, é muita arrogância e pretensão, além de ser desnecessário.
Apesar de que o homem tende a orar só para pedir coisas, se esquece de agradecer, isso pode ser bom. Bom porque de qualquer forma ele se aproxima e se eleva para próximo dos Arcanjos. Se assim não o fizer de nada adianta a oração, será algo vazio e sem sentido. Um dos preparos básicos para que estejamos preparados é evitar o alimento de carne vermelha, bebidas alcoólicas, drogas e emoções que nos aproximem dos animais. Se almejamos “falar com os anjos” precisamos nos aproximar mais deles e não nos afastar, não é mesmo? Ou seja, a alimentação, a postura e nossa disposição precisam estar “sintonizados” com o mundo angélico.
Desta forma, certos de que estamos preparados e com méritos para o contato angélico, é bom conhecer os assuntos que cada Arcanjo trata para que possamos orar corretamente e assim esperar que nossas orações possam ser atendidas. Eles costumam ser indicados em sua relação com os sete planetas esotéricos:
Saturno: Oriphiel. Seu sacramento é a extrema-unção. Aroma: amadeirado. Rege o dia de Sábado. Os assuntos por ele governados estão relacionados com o trabalho, o futuro, as estruturas, os ossos, a velhice, as articulações, o planejamento, a administração, a organização e a limitação das coisas.
Júpiter: Zachariel. Seu sacramento é a Eucaristia. Rege a sexta-feira. Aroma: açafrão ou canela. Os assuntos governados por Zachariel são aqueles relacionados com a aplicação da Justiça, a liberdade, a sabedoria, as viagens, o ensino, a felicidade, a prosperidade, a religião, a evolução e a misericórdia.
Marte: Samael. Seu sacramento é a penitência e a confissão. Rege a quinta-feira. Aroma: pimenta ou hortelã. Samael rege os assuntos relativos às conquistas, às realizações, à aplicação da Lei, à liberdade, aos feitos, à defesa, ao sangue, ao fígado, à coragem, a indústria, ao sacrifício, os músculos.
Sol: Michael. Seu sacramento é o sacerdócio. Rege a quarta-feira. Aroma: sândalo. Miguel ou Michael rege tudo que esteja relacionado com a Verdade, a Justiça, o sucesso, a saúde, a harmonia, a realização, a liderança, a vida, o amor em todas as suas formas, a paz, o coração e a vitalidade.
Vênus: Anael. O sacramento é o matrimônio e seu dia é a terça-feira. Aroma: verbena ou almíscar. Anael rege as expressões de amor tanto corporais quanto na forma de arte, rege a beleza, a alegria, a juventude, os rins e ovários, o prazer, a satisfação, o dinheiro.
Mercúrio: Raphael. O sacramento relativo a Raphael é a crisma, seu dia é a segunda-feira. Aroma: aroeira ou capim cidreira. Este arcanjo rege as crianças, as brincadeiras, o comércio, a comunicação e a imprensa, os símbolos, o ensino médio e fundamental, os livros, as viagens curtas.
Lua: Gabriel, o Arcanjo da Anunciação. Seu sacramento é o batismo e o dia da semana é o domingo. Aroma: aloés ou cânfora (ou rosas). Sob a regência de Gabriel estão os assuntos relacionados com as famílias, os lares, as emoções, a maternidade, a vida psíquica, o passado, as tradições, as culturas.
Quando for rezar, se quiser se certificar de que suas orações tenham melhor condição de serem ouvidas e atendidas, elabore um pequeno ritual. Junte as simbologias dos quatro elementos e faça suas orações; saiba para qual Arcanjo pedir o que necessita e o faça no dia adequado.

As Orações dos Quatro Elementos


Como já vimos anteriormente, nossas deficiências relativas aos quatro elementos da natureza podem ser identificadas em atividades comuns. Percebendo suas repercussões prejudicando nossos relacionamentos e desempenhos podemos trabalhar para reduzir estas deficiências de diversas formas. Uma das formas de redução de nossas debilidades relativas aos quatro elementos da natureza é realizarmos suas orações.
As orações dos quatro elementos podem ser encontradas facilmente na Internet em endereços como:
ou então:
O elemento da TERRA, por exemplo, é vital para a produção de alimentos, afim de que a humanidade possa formar corpos perfeitos, os quais são suas manifestações neste planeta, para as atividades espirituais e cósmicas. Vemos a ação benéfica da terra nas lindas paisagens, na vida dos pássaros, nas flores, nos belos minerais e naturalmente na produção dos vegetais. Sua ação destruidora é demonstrada nos desmoronamentos, vulcões em atividade e terremotos. Sua oração também pode ser encontrada como a Oração dos Gnomos, que são os elementais do elemento Terra.
Vejamos então a Oração da Terra:
“Rei invisível, que tomaste a terra para apoio e que cavaste os seus abismos para enchê-los com a vossa onipotência; vós, cujo nome faz tremer as abóbadas do mundo, vós que fazeis correr os sete metais nas veias das pedras, monarca das sete luzes, remunerador dos operários subterrâneos, levai-nos ao ar desejável e ao reino da claridade. Velamos e trabalhamos sem descanso, procuramos e esperamos, pelas doze pedras da cidade santa, pelos talismãs que estão escondidos, pelo cravo de imã que atravessa o centro do mundo. Senhor, Senhor, Senhor, tende piedade dos que sofrem, desabafai nossos peitos, desembaraçai e elevai nossas cabeças, engrandecei-nos. Ó estabilidade e movimento, ó dia envolto na noite, ó obscuridade coberta de luz! Ó senhor, que nunca retendes convosco o salário dos vossos trabalhadores! Ó brancura argentina, ó esplendor dourado! Ó coroa de diamantes vivos e melodiosos! Vós que levais o céu no vosso dedo, como um anel de safira, vós que escondeis em baixo da terra, no reino das pedrarias, a semente maravilhosa das estrelas, vivei, reinai e sede eterno dispensador das riquezas de que nos fizestes guardiães. Amém.”
Observemos como nesta oração o locutor (aquele quem faz a oração) se coloca na posição do elemental, se identifica com ele. Então, passa a ver Deus e suas habilidades dentro da óptica ou visão de um ser que reside dentro da Terra. Por isso identifica Deus como as melhores pedras e minerais, também como Aquele que pode lhe tirar do sufoco, dar-lhe ar e luz.
Os elementais da Água são as Ondinas, os elementais do Ar os Silfos e do Fogo são as Salamandras. Caso você vá buscar na Internet estas orações, tente também procurar pelos elementais.
Uma oração faz parte de um pequeno ritual. Então, ela deve ser realizada dentro de certos parâmetros para ser mais eficiente e obter melhores resultados. Então, o ideal é unir tanto as orações quanto outros elementos que concentram nosso universo psíquico naquilo que nos propomos a fazer:
TERRA
Local: fechado, escuro, pequeno, preferencialmente sob a terra.
Peça: pedras semipreciosas, moedas, metais brilhantes, chaves antigas
Vela: marrom ou preta
Horário: meia-noite
ÁGUA
Local: próximo ou dentro da água, preferencialmente rio, lago ou ilha
Peça: taça (copo) de água ou óleo
Vela: azul
Horário: 18h
AR
Local: lugar alto, arejado e bem iluminado, preferencialmente no topo de uma montanha ou na sacada de um apartamento
Peça: um talismã que tenha significado para a pessoa (um símbolo religioso, pode ser uma medalha, uma imagem, um desenho ou foto)
Vela: amarela
Horário: 6h
FOGO
Local: lugar sagrado (templo) ou próximo ao fogo (forno)
Peça: uma espada ou um punhal
Vela: vermelha
Horário: 12h
A estes componentes do pequeno ritual podem-se ainda aliar mantrans (sons), nomes mágicos, vestimentas e cores propícios.
O mais importante de tudo é a compenetração interior daquele que faz o ritual ou oração. A pessoa deve ter convicção, estar certa e segura do que faz e quer. A dúvida ou a hesitação são o caminho para o fracasso de qualquer coisa na vida e no mundo esotérico ou espiritual é semelhante. Se a pessoa não estiver certa ou confiante é melhor não fazer.
Na vida, não devemos tentar fazer nada. Devemos sim fazer, com a convicção de que faremos o melhor para obter o resultado obtido. Quando se inicia uma empreitada já com a ideia de “tentar” a pessoa traz junto a ideia do fracasso, da falha, do insucesso. Observe as pessoas realizadas: elas fazem as coisas darem certo, de uma forma ou de outra, não aceitam a falha e não se entregam na primeira dificuldade. Se você quer que algo de certo em sua vida, planeje e faça dar certo. Tenha noção de suas habilidades, qualidades e fragilidades.
Para o sucesso o autoconhecimento é determinante e fundamental. Comece então por estas dicas que os quatro elementos da natureza podem lhe dar. É simples, fácil e gratuito.

As Provas dos Quatro Elementos


Nas antigas tradições esotéricas existem as provas relativas aos quatro elementos da natureza. Estas provas servem para “testar” o iniciado para saber se ele tem condições para ir adiante na senda iniciática, para saber se ele domina estes elementos em si mesmo. Para nós, na vida comum, servem para sabermos quais nossos pontos fracos e fortes nos quais podemos confiar para as realizações e aqueles em que devemos tomar cuidado e ter mais atenção.
Na vida comum é fácil reproduzirmos estas provas. É até provável que você já tenha passado por situações que te levaram a vivenciar estes verdadeiros testes psíquicos.
A prova da terra tem similitude com a sensação que podemos ter ao estar em uma caverna, dentro de algum ambiente muito pequeno e fechado. Ou seja, um simples elevador ou em um exame de ressonância magnética a pessoa pode experimentar a sensação do elemento terra. A sensação é de sufoco, de falta de ar, de desabamento, de soterramento. Pessoas que não suportam este tipo de sensação possivelmente tendem a serem melancólicas, tristes, introvertidas, muito preocupadas, extremamente responsáveis e sem muitos horizontes.
A prova da água é muito mais comum e simples. Ela nos traz a sensação da água corrente, tal como quando estamos nadando em um rio ou lago, talvez no mar. É a sensação de desconhecimento do fundo onde se pisa, quando se pisa, da imensidão e da falta de domínio ou limites. Quanto mais tensos, mais afundamos e então sobrevêm uma forte sensação de medo. Quem não consegue administrar bem esta situação ou sensação tende a ser vítima de suas emoções, não sabe administrá-las. Ou tem fortes explosões emocionais, seja de raiva ou de choro, de pavor ou de euforia. É provável que não saiba bem quando soltar suas emoções como em momentos de intimidade, amizade, descontração ou de segurá-la quando em situações de conflito profissional ou mesmo em sociedade.
Aprova do ar facilmente é simulada em um balanço infantil, em um tobogã ou em uma montanha russa (esta mais fortemente). A sensação é de falta de ar, de estômago embrulhado, de tontura (ou vertigem). Estar em uma sacada de um apartamento acima do décimo andar também pode nos proporcionar esta mesma sensação. Se você não consegue se dominar e se controlar em uma situação semelhante, é provável que não seja dado a grandes viagens mentais, com ideias mirabolantes, conceitos abrangentes e complexos. Talvez tenha dificuldade para compreender pontos de vista complementares e estabelecer correlações e analogias. O mundo dos símbolos pode lhe ser algo de difícil compreensão e também é possível que haja dificuldade tanto para se expressar quanto para entender plenamente as pessoas.
A prova do fogo é sem dúvida uma forte emoção e desafio, um drama e um risco. Presenciar um grave acidente ou um conflito (briga) muito forte, entre pessoas realmente iradas e agressivas ao máximo, ou então estar próximo a uma explosão ou então a um grande incêndio. A pessoa que não consegue manter sua mente clara, o sangue frio e as emoções ou mesmo seus movimentos sob controle nestas situações, possivelmente têm problemas com o elemento fogo. E, a tendência é que padeçam de uma visão mais ampla da vida, de compreensão de sua existência, de certeza de seu valor e capacidades. Talvez lhe falte também o sentido da vida e da existência, uma noção mais límpida do que seja a verdade, a justiça, a espiritualidade ou mesmo Deus. Falta-lhe fortaleza interior, noção de seu poder pessoal e capacidade para expressar sua verdade interior que está além de sua personalidade.
Você mesmo pode se proporcionar estas experiências para saber o quanto está pronto ou não para o domínio dos elementos e então seguir em frente no esoterismo e na senda iniciática. Dizem que o caminho iniciático é para pessoas fortes, equilibradas e donas de si mesmas. Lançar-se na busca de seus próprios arcanos é um trabalho semelhante aos de Hércules.
Dizem que nos processos iniciáticos esotéricos a pessoa ritualisticamente “pede” que a vida a lance em situações que lhe proporcione estes testes com a finalidade de ir se trabalhando, se lapidando, com o objetivo de identificar seus limites e falhas, em um processo de autoconhecimento.
Caso após experimentar estas provas a pessoa sinta que precisa trabalhar, melhorar seu domínio de algum elemento ela poderá fazer uso de diversas “ferramentas” ou caminhos. Um deles é a própria identificação de suas limitações. Isso já é um excelente começo. Outro caminho pode ser orar à Deus identificando-se com os elementais os quais não domina, pelo contrário, se é dominado. Então a pessoa que tem dificuldades com o elemento terra deve realizar a oração dos Gnomos, os elementais da terra; a que tem dificuldade com a água, deve fazer a oração das Ondinas; a pessoa com problemas com o ar, deve orar como um sílfo e a que tem limitações com o fogo ora a Deus como se fosse o elemental salamandra.

Os Quatro Elementos da Natureza


É comum as pessoas desejar “falar com Deus” ou seus emissários, os anjos. Geralmente são pedidos de toda ordem, desde os mais práticos (como emprego, saúde, etc.) até os mais fúteis (como saber sobre traição, manter namorado, etc.). Mas, o que as pessoas não refletem é que existe uma hierarquia de seres espirituais e os mais elevados são também os mais distantes. Quanto mais elevado, mais distantes estamos nós deles. Então, se a pessoa quer mesmo ser atendida, deveria pensar em buscar ajuda em seres espirituais mais próximos e mais identificados com a realidade do cotidiano humano. Afinal, anjo não sabe nada sobre pagar aluguel, dor de dente, traição amorosa ou ainda emagrecer.
Por outro lado, quando se deseja atingir um ser elevado, é importante que os seres mais próximos nos ajudem e colaborem para que isso possa acontecer. É o mesmo que dizer que se quer falar com o prefeito de uma cidade para resolver um problema em sua rua. Provavelmente falar com um vereador é muito mais fácil e prático. Se este vereador não puder resolver a questão, porém julgá-la importante e procedente, poderá recorrer então a um secretário municipal para fazê-lo. Se ainda assim a coisa não resolver, se depender de uma decisão do prefeito, aí sim o interessado, acompanhado pelo vereador e também pelo secretário agendarão uma audiência com o prefeito para resolver a questão. Se mesmo assim não estiver nas mãos do prefeito, este poderá recorrer a um deputado, por exemplo. De forma semelhante devemos proceder nos pleitos espirituais.
Antes da pessoa querer ser o “Rei do Fogo e dos Trovões”, talvez seja necessário e importante reinar sobre o básico da Criação que são os Quatro Elementos da Natureza que compõem tudo que existe. São como o carbono que está em (quase) tudo que se conhece, como a água ou o sal no preparo dos alimentos.
Esotericamente, tudo que existe é formado pelos quatro elementos da natureza. Eles são: a terra, a água, o ar e o fogo. Mas, não se deve confundir o elemento da natureza com outras denominações com os mesmos nomes. Por exemplo, o elemento água em sua “apresentação” como água é a nossa água que jorra pela torneira. Mas, este mesmo elemento água quando apresentado como terra é o nosso conhecido gelo (parece uma pedra). O elemento água na forma ar é o vapor e como fogo é a água em ebulição.
Cada um destes quatro elementos “rege” um universo próprio. A Terra, por exemplo, rege as coisas materiais, concretas, pesadas, densas, duradouras, escuras, internas. Assim, os seres elementais relacionados com a Terra são os gnomos, seres espirituais que vivem nas minas, cavernas, subterrâneos, etc. Estes seres espirituais são os responsáveis tanto pelos metais e pedras, preciosos ou não, como também por nossas células corporais, órgãos e sistemas. Uma das formas mais utilizadas para nos aproximarmos de forma harmônica e simpática dos elementais dos quatro elementos da natureza é fazendo suas orações. Estas orações são orações a Deus, como eles O veem. Ou seja, a pessoa se coloca na situação e posição do elemental para orar a Deus. Desta forma tende a “ganhar a simpatia” do elemental facilitando sua ajuda naquilo que a pessoa deseja.
Outra coisa importante antes da pessoa se tornar um “Deus do Fogo e dos Trovões” é ela se tornar um deus de si mesma, de seus elementais interiores. A pessoa precisa dominar estes elementos dentro de si mesma.
Como se faz ou se identifica isso? Simples! Existem as “Provas dos Quatro Elementos” que herdamos das antigas e primitivas tradições esotéricas. Mas, para além do círculo fechado do mundo iniciático, também podemos “testar” nosso domínio ou não sobre os elementos internos em atividades corriqueiras. Assim, em um simples balanço de criança ou então em um brinquedo de montanha russa, testamos nosso domínio interior sobre o elemento Ar; em um estacionamento no subsolo, dentro do elevador ou dentro de uma caverna, testamos nosso domínio e conforto em relação ao elemento Terra; dentro de uma piscina, no mar, no lago ou rio testamos nosso domínio e segurança quanto ao elemento Água; e, finalmente, ante a uma fogueira, em locais quentes, um forno, em situações de violência, e ao meio-dia em dias de calor escaldante percebemos nossa relação com o elemento Fogo.
É importante deixar claro que devemos sempre merecer as coisas, nada “cai do céu” gratuitamente e se queremos receber ajuda precisamos ser dignos disso. Então, ninguém evolui fazendo maldades, sem mérito ou mesmo com desequilíbrios psíquicos. Para obtermos a colaboração dos elementais dos quatro reinos precisamos dominá-los, caso contrário esqueça! Retornarei a este assunto em seguida.

Os sete pecados capitais e as virtudes


Conforme Jean Lauand[1], professor titular da FEUSP, IJI, Universidade do Porto:
A doutrina dos vícios capitais é fruto de um empenho de organizar a experiência antropológica cujas origens remontam a João Cassiano e Gregório Magno, que têm em comum precisamente esse voltar-se para a realidade concreta.
Este autor afirma que São Tomás de Aquino relaciona os sete pecados capitais: vaidade, avareza, inveja, ira, luxúria, gula e acídia. Hoje, segundo ele a Igreja coloca soberba em lugar de vaidade e preguiça em lugar de acídia.
Da preguiça já discorremos um pouco no artigo anterior. Vamos agora nos deter um pouco sobre a soberba que é tida por São Tomás de Aquino como um pecado supra capital. Conforme Lauand, a soberba é a rainha de todos os pecados porque é a recusa da superioridade de Deus e da busca da excelência e do bem.
Ora, o inverso do pecado[2] ou vício é a virtude. Dante Alighieri, em sua obra “Divina Comédia” também nos fala dos sete pecados capitais e as sete virtudes. Desde crianças aprendemos com contos de fadas sobre este setenário, como é apresentado na fábula de Branca de Neve e os Sete Anões.
Alguns astrólogos[3] costumam relacionar este setenário moral com os sete planetas esotéricos de forma que se pode identificar qual ou quais é mais evidente na pessoa:
À Avareza ou Cobiça se contrapõe o Altruísmo, relacionadas com Saturno;
À Gula ou Esbanjamento se contrapõe a Temperança ou Equilíbrio, relacionadas com Júpiter;
À Cólera ou Ira se contrapõe o Amor, relacionadas com Marte;
Ao Orgulho ou Soberba se contrapõe a Humildade ou a Generosidade, relacionadas com Sol;
À Luxúria ou Concupiscência se contrapõe a Castidade, relacionadas com Vênus;
À Inveja ou Cobiça se contrapõe a Alegria, relacionadas com Mercúrio;
À Preguiça se contrapõe a Diligência, relacionadas com Lua.
Voltando ao “pecado capital mor”, o Orgulho ou Soberba deseja e tudo faz para que tudo gire ao seu redor, ao passo que a virtude análoga ao planeta Sol é exatamente o oposto, de irradiação generosa e humilde. É uma questão de ótica, uma no sentido centrípeto e outra no sentido centrífugo, uma suástica e outra sowástica[4]. Ou seja, se o centro (ou pessoa) tem potencial divino, ele irradia de forma natural, gentil e constante, sem cobrança ou expectativas, o melhor de si. Caso contrário, se o centro deseja ser tratado como divino (porque certamente não o é, se o fosse não agiria assim), então espera que tudo lhe venha aos pés e que ele seja o centro das atenções.
Não podemos nos confundir com as diferentes formas de orgulho.  Algumas se ocultam sob o véu de uma pseudo humildade, como é o caso de Antístenes, filósofo grego que pregava a humildade e a pobreza e que foi advertido pelo seu mestre, Sócrates, ao vê-lo expondo propositalmente os buracos rasgados: “Antístenes, vejo o teu orgulho através dos buracos da tua roupa”.
Este tipo de Orgulho, o dissimulado, é o pior e o mais perigoso, mais sorrateiro, traiçoeiro. Talvez a dissimulação possa ser incluída neste “pecado”, visto que é uma afronta à verdade, ao que é justo. A dissimulação não dá direito ao outro de se defender. É um crime contra a luz, um caminho para as sombras.
Uma pequena dose de orgulho, assim como dos demais “pecados capitais” não só é natural como até desejável, visto que nos são exigidos socialmente. Imagine um palestrante, ou padre, ou professor, muito humilde e generoso. Ele certamente será bem visto, mas talvez não consiga empolgar seus ouvintes, não falará alto ao coração e almas das pessoas. É preciso ter um pouco de humanidade ou imperfeição em si para poder fazer com que as demais pessoas se identifiquem consigo e assim estabelecer uma comunicação efetiva. É preciso falar a mesma língua, utilizar dos mesmos símbolos e valores para influenciar os demais.

Preguiça – existe seu lado bom?


A Preguiça é listada como um dos sete “pecados” capitais. Listada por São Tomás de Aquino[1] como “acídia” a preguiça, segundo ele “A acídia é aquela tristeza modorrenta do coração que não se julga capaz de realizar aquilo para que Deus criou o homem. Essa modorra mostra sempre sua face fúnebre, onde quer que o homem tente sacudir a ontológica e essencial nobreza de seu ser como pessoa e suas obrigações e sobretudo a nobreza de sua filiação divina: isto é, quando repudia seu verdadeiro ser!”
Sem dúvida, assim colocada é um verdadeiro desvio da natureza humana no que se refere à sua criação como Filho de Deus.
Mas, em nosso cotidiano, neste mundo capitalista de constante e ferrenha competição, a contemplação, a reflexão e momentos dedicados à Filosofia geralmente são rotulados como de preguiça.
Vale lembrar que o período em que a humanidade mais produziu pessoas com pensamentos superiores foi na antiga Grécia. Tanto assim é que até hoje os filósofos gregos [2]são citados em peças acadêmicas. Foi a época do “ócio criativo” ou sagrado. Foram eles, os filósofos gregos que muito contribuíram com as artes, a matemática, a história, a geografia, a medicina e, principalmente, com o desenvolvimento do conceito de democracia.
Nomes como Tales, Anaxímenes, Anaximandro, Platão, Sócrates, Pitágoras figuram entre os grandes pensadores que até hoje não foram alcançados pelos modernos cientistas. Muitos deles debatiam nas praças as possibilidades e limites da existência como um todo. Este tipo de atividade hoje certamente é taxado de “vagabundice”, “falta de trabalho” ou simplesmente como “preguiça de trabalhar”. Assim sofrem perseguição e rotulação as pessoas mais voltadas para as artes em geral, a filosofia ou a contemplação.
É importante lembrar que as pessoas são diferentes entre si e naturalmente podem ser identificados quatro tipos básicos de pessoas. Independente de nomenclaturas é flagrante para qualquer pessoa que um contador ou um militar comum dificilmente se dará bem se optar por se tornar um padre ou pastor.
Talvez a preguiça mais tenebrosa seja a preguiça de pensar por si próprio, de refletir, de formar sua própria opinião. Este tipo de preguiça mental se espalha por todo o globo e prejudica a independência, a autonomia, a maturidade e a evolução humana. A preguiça mental nos conduz às explicações dadas por terceiros e sua aceitação sem qualquer questionamento ou reflexão. Transformam-se nos dogmas[3] que inocentemente são seguidos e em seus nomes as pessoas cometem todo tipo de desatino e injustiça. Isso está presente não só no seio das religiões, mas também na banalidade do dia-a-dia quando as pessoas preferem, por exemplo, notícias já “mastigadas” e explicadas por um apresentador de telejornal. É mais confortável e menos trabalhoso ouvirmos a opinião de outra pessoa que se informou, tem lá suas tendências e preferências e, portanto, emite opiniões tendenciosas. Isso é doutrinação.
Ora, a doutrina é aliada ou sócia do dogma; ela uma determinada interpretação específica que fecha questão somente naquela interpretação e o dogma não permite que se questione esta interpretação. Toda interpretação humana é limitada, imperfeita e, portanto passível de erro, equívoco, manipulação ou mesmo desvio. Ou seja, deveria sim ser constantemente posta em cheque sob risco de prejudicar a evolução, desenvolvimento e compreensão daqueles que a segue.
Aqui no Brasil a leitura não é um hábito da maioria da população. Possivelmente você que está lendo este artigo não padece deste “pecado” que é a preguiça de pensar. Isso porque neste espaço discutimos ideias, estimula-se o pensar, o refletir e, principalmente, a construção de suas próprias opiniões e posicionamentos perante os fatos da vida. Aqueles que têm preguiça de pensar tendem a dizer “isso é muito complicado para mim” ou simplesmente desdenham dizendo algo como “isso é coisa de quem não tem o que fazer” ou “isso é viagem de quem usa drogas” ou ainda “tenho mais do que me preocupar do que ficar filosofando”, por exemplo. Mas, estas pessoas não sabem que se não pensarem por si mesmas, acabarão seguindo o pensamento de outros mais espertos e serão manipulados como verdadeiras marionetes. Isso ocorre em todos os campos, seja nas religiões, seja nos negócios, seja na política, seja no relacionamento social.
O psicólogo Willian Reich [4]escreveu uma obra com o título “Escuta Zé Ninguém[5]” na qual ele dá um verdadeiro choque no leitor que não pensa por si mesmo. Este autor também escreveu um outro livro intitulado “O assassinato de Cristo[6]” no qual afirma que se Jesus nascesse novamente hoje a turba novamente o condenaria à morte por não pensar por si mesma e optar por seguir seus líderes sem questionar. Platão também abordou o problema em sua alegoria conhecida como “O Mito da Caverna[7]”.
Se considerarmos que muito do que se rotula como “preguiça” na verdade é perseguição e um verdadeiro preconceito ao pensamento, uma preguiça de pensar, podemos dizer que sim, existe o lado bom da preguiça.

O Bom do Mau


Na Criação não existe nada perfeito ou completo. Pelo contrário, tudo é complexo, como já vimos em artigo anterior (sobre o número três). Desta forma, um bom doce sempre leva em sua fórmula uma pitada de sal; todo homem tem um pouco de hormônio feminino e toda mulher tem também hormônio masculino. Se a vida fosse somente de luz ou de trevas, nada seria visível. É exatamente o jogo de sombras, com mais ou menos luz, que torna a visão possível e a distinção entre uma coisa e outra. A dualidade sempre resulta e se equilibra no terceiro fator.
O mesmo ocorre com os conceitos de “vício” e “virtude”. O que os distingue é a prudência, ou discernimento, que é uma verdadeira “faculdade”, não é ciência e nem mesmo arte.
Ora, o que é o vício? O vício é o excesso ou a carência do bom. Ou seja, o pecado guarda em si uma relação e dependência direta da virtude. Quem nos ensinou isso foi Aristóteles.
Tomemos, por exemplo, a coragem: a carência da coragem torna a pessoa covarde, omissa e desprovida de personalidade. Por outro lado, o excesso de coragem é imprudência, temeridade e imprudência ao extremo.
Para Aristóteles, o discernimento é uma virtude intelectual por estar relacionado à verdade e à razão. Estudando-se os conceitos tanto de Aristóteles quanto de São Tomás de Aquino percebe-se que o discernimento visa à verdade da vida, enquanto que a ciência visa à verdade teórica e a arte visa à verdade da obra.
A prudência é a ponte que une e harmoniza os contrários em nós. Ela não tem fórmula fixa, regra ou norma objetiva.
Conforme Aristóteles, a virtude se encontra não no meio exato da distância entre os extremos de vício (de excesso ou de deficiência), mas sim no “justo meio”. Este “justo meio” pode se encontrar, segundo o filósofo, próximo de uma ou de outra extremidade.
"Os vícios entram na composição da virtude assim como os venenos entram na composição dos remédios. A prudência mistura-os e atenua-os, e deles se serve utilmente conta os males da vida."
François, Duque de La Rochefoucauld

Ou seja, a virtude e o vício são os dois lados de uma mesma moeda. Por isso é necessário que nos conheçamos em detalhes, para não só perceber estes extremos em nós mesmos, como para conhecê-los e equilibrá-los com prudência, sabedoria, maturidade.
O conceito de prudência para Aristóteles e São Tomás de Aquino é de “tomar a decisão certa para o momento (e circunstância)”. Esta é também chamada de “sabedoria prática” (phrónesis), diferente da sabedoria teórica (sophia).
O leitor poderá encontrar a definição aristotélica de “prudência” (phrónesis) no Livro VI, capítulo V, da obra “Ética a Nicômaco” (1140 a24 até 1140 b31).
Para Aristóteles o homem prudente (phrónimos) é aquele capaz de deliberar e julgar de um modo conveniente sobre as coisas que podem contribuir para sua felicidade em geral e não sobre questões particulares e pontuais.
Semelhantemente encontramos nos ensinamentos esotéricos que a virtude se encontra na harmonia entre os contrários, no equilíbrio dinâmico dos aparentemente opostos. Estes mesmos ensinamentos também ressaltam a supremacia do pensamento e inteligência sobre as emoções e instintos.
A pessoa que age ou reage unicamente baseado em suas emoções e instintos se assemelha aos animais e distancia-se de sua humanidade. O mesmo ocorre quando suas decisões consideram apenas questões particulares, pontuais e transitórias em detrimento de repercussões coletivas, futuras e duradouras.

As transformações em 2012


Outro dia recebi de uma pessoa amiga o link para um vídeo de pouco mais de uma hora sobre um tal de Matias de Stefano. Este jovem argentino se apresenta de forma muito humilde e simples. Segundo ele, nasceu com uma missão específica: se lembrar de tudo relativo à evolução da humanidade. Parece algo pretencioso, mas da forma como ele vai falando fica fácil, leve e coerente seus argumentos. Não existe pretensão econômica financeira, apenas divulgar informações para ajudar as pessoas em suas vidas. O vídeo é apenas um “souvenir”, um tipo de “amostra grátis” do que ele pode oferecer, visto que seu conhecimento é vasto e não caberia em um vídeo de “apenas” uma hora. Mas, mesmo assim ele passa muitas informações interessantes e úteis.
Para quem quiser assistir o vídeo todo (Matias de Stefano - Ater Tumti - A Herança Universal), o que recomendo, é só acessar o endereço: http://www.youtube.com/watch?v=HS0vT9ncxxs
Uma das informações mais interessantes que passa é acerca de 2012. Como o assunto é atual e a meu ver não se esgotou por falta de novas informações, passo a compartilhar minhas impressões sobre o mesmo.
Conforme Matias, a Terra já está vibrando na cor índigo (como das chamadas crianças índigo) e esta vibração é de transformação. Simplesmente isso, transformação, seja da forma que for. Esta transformação, segundo ele, pode ser “na boa” ou “na marra”, como dizemos por aqui. É um período em que tudo que está estruturado, sedimentado, consolidado, materializado, solidificado e se considera permanente perderá esta condição. Ele não diz que as coisas irão ruir, desmoronar, serem reduzidas a pó. Pelo contrário, Stefano nos ensina que precisamos ter equilíbrio emocional e “calma”, muita calma. Diz que o grande problema será o desespero, a insegurança e o medo que pode se instalar nas pessoas que se fiam e se baseiam apenas nestas coisas consideradas imutáveis ou pétreas. É claro que as transformações que mais abalarão as pessoas serão aquelas que estas mesmas pessoas não estão dispostas a flexibilizar. Podem ser questões de natureza material, social, emocional ou mesmo mental. Tudo estará sujeito às transformações para uma mudança para melhor.
Observe que muita coisa considerada “estável” já não goza deste conceito mais: O Brasil ser um país onde não ocorrem terremotos nem tufões; o dólar ser a moeda estável e segura mundialmente; o poder estar sempre nas mãos dos homens; a Europa ser mais estável que o Brasil; o Brasil ter uma das piores economias mundiais; a ecologia ser coisa de “bicho grilo” ou hippie, os cientistas se acharem “donos da verdade”; o catolicismo ser uma religião oficial e dominante em nosso país; as classes menores não terem direitos; o perigo de guerra não partir mais dos EUA e Rússia e muitos outros mais.
Ele afirma ainda que quem estiver pronto para ver o Apocalipse, assim verá. Quem estiver esperando o alvorecer da Era de Ouro, também assim o verá. Tudo dependerá da disposição das pessoas, seu direcionamento e preparo.
O que é certo é que as estruturas serão abaladas e flexibilizadas, nada necessariamente irá se acabar, mas se flexibilizar para uma melhor adaptação e melhor acomodação em benefício do desenvolvimento, da harmonia, da equidade e da qualidade de vida das pessoas em geral.
Penso eu que certamente veremos mudanças importantes na economia de uma forma geral, o capitalismo já deu sinais de exaustão. O modelo antigo já não se mostra compatível com a atualidade. A sociedade internacional exige, por exemplo, produção e consumo sustentável, empresas menos poluidoras, menos desperdício por parte dos consumidores, melhor distribuição de renda social, educação de melhor qualidade para todos, maior justiça social, etc. Ora, se somos daquelas pessoas que desejam isso então 2012 será um portal simbólico de passagem de um estado de coisas precário e antiquado para outro mais propício para uma vida melhor para todos. Então não há com o que se preocupar. Mas para aqueles que se beneficiam de mecanismos alienantes, de concentração de renda e poder, da ignorância de clientes e parceiros... Bem, para estes 2012 poderá sim significar um verdadeiro “inferno”.
Outra coisa importante a salientar é que 2012 é apenas uma referência para a mudança. As transformações não ocorrerão todas, de forma concentrada em 2012. A questão que afetará a economia, por exemplo, esoteristas, contatados pelos Guias Confederados e até mesmo economistas americanos indicam que ocorrerá mesmo em 2014.

Qual a diferença entre Tarot e Astrologia?

  Qual a diferença entre Tarot e Astrologia?   Com mais de 40 anos de exercício profissional, percebi que é comum as pessoas não saberem...